Inserção profissional dos sanitaristas no mundo do trabalho
DOI:
https://doi.org/10.1590/Palavras-chave:
Graduação em Saúde Coletiva, Inserção profissional, Recursos Humanos em Saúde, Trabalho em SaúdeResumo
A graduação em Saúde Coletiva está presente no Brasil há cerca de 15 anos e tem enfrentado desafios no que tange à inserção dos seus egressos. Para responder ao objetivo da pesquisa, foi feita uma investigação analítica-descritiva longitudinal. Neste estudo foram investigados 244 bacharéis em saúde coletiva de todo o Brasil, formados até o ano de 2018, com o objetivo de compreender como vem se dando sua inserção profissional, quais são as principais características socioeconômicas, suas áreas de atuações, faixa salarial, vínculo e outros aspectos do perfil do egresso inserido no mercado de trabalho. Para a produção dos dados, os sanitaristas responderam a um questionário autoaplicado, através do meio eletrônico. A análise dos dados aponta que 47% do total (244) de egressos entrevistados estão inseridos profissionalmente, dentro da sua área de formação. O perfil da(o) sanitarista é em sua maioria feminina (76,6%) entre 26 a 30 anos (49,1%), branca (42,6%) e solteira (68,6%), com ensino médio completo e católica (31%). A área de atuação mais ocupada é a gestão da saúde. A renda individual dos egressos tem variação de dois a três salários mínimos.
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