Reparação e corporeidade: a reconstrução mamária em questão

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/

Palavras-chave:

Câncer de Mama, Reconstrução Mamária, Corporeidade, Representações Sociais

Resumo

Por se tratar de um tumor sólido, a cirurgia do câncer de mama sempre será necessária. Em algumas ocasiões, diante do avanço local da doença, a mastectomia, ou seja, a retirada completa da mama, pode ser necessária. Para atenuar as alterações corporais causadas pela mastectomia, a reconstrução mamária é uma possibilidade de reparação local e uma alterativa de reaproximação do que socialmente se considera um corpo reestabelecido. Este artigo, em forma de ensaio, parte de uma breve pesquisa em bases de dados científicos, interligando reconstrução mamária e representações sociais. Encontramos uma possível lacuna de problematização do que seria um corpo normal e reparado e quais seriam as forças que interferem na decisão de uma mulher recorrer às cirurgias ditas reparadoras. Ao questionarmos as diferentes visões do que é ou não um corpo saudável, abordamos teóricos como Foucault, Butler e Le Breton, para uma compreensão ampliada dos conceitos de corporeidade.

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Biografia do Autor

  • Pedro Mauron,  Instituto Nacional do Câncer

    Instituto Nacional do Câncer (Inca/HC3). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

  • Romeu Gomes, Instituto Nacional do Câncer

    Instituto Nacional do Câncer (Inca/HC3). Rio de Janeiro, RJ, Brasil.

Publicado

2024-09-18

Edição

Seção

Ensaio

Como Citar

Mauron, P., & Gomes, R. (2024). Reparação e corporeidade: a reconstrução mamária em questão. Saúde E Sociedade, 33(2), e230730pt. https://doi.org/10.1590/