Escutando histórias para construir estratégias de educação permanente em saúde materno-infantil em Alagoas
DOI:
https://doi.org/10.1590/Palabras clave:
Saúde Materno-Infantil, Educação Permanente em Saúde, Alagoas, Racismo, Racismo ObstétricoResumen
A saúde materno-infantil configura um subsetor da gestão pública que é responsável por indicadores de desenvolvimento social e humano, tais como as taxas de fecundidade, de mortalidade infantil e de mortalidade materna. Neste artigo, dialogamos sobre informações oriundas do primeiro desfecho de uma pesquisa qualitativa com trabalhadoras de saúde que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS), nos cenários da atenção primária e terciária no estado de Alagoas. Convidamos essas sujeitas para estarem como parceiras na identificação de desafios e potencialidades que marcam seus cotidianos profissionais a fim de construirmos estratégias de educação permanente em saúde que possibilitem a aproximação entre a divulgação científica e o exercício de uma prática interprofissional e humanizada em saúde materno-infantil. Refletimos aqui sobre dois aspectos que nos inquietaram nas histórias que escutamos: a educação permanente focada na educação continuada e os desafios frente a práticas de racismo cotidiano. Essas primeiras análises nos guiaram a refletir os resultados da pesquisa, fazendo-nos imaginar a construção de uma estratégia experimental que contribua com o desenvolvimento de práticas exitosas no cuidado em saúde de pessoas que vivenciam o ciclo gravídico-puerperal no nosso território.
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