A informação nas relações entre os Agentes Comunitários de Saúde e os usuários do Programa de Saúde da Família

Autores

  • Paulo Antonio de Carvalho Fortes Universidade de São Paulo; Faculdade de Saúde Pública; Departamento de Prática de Saúde Pública
  • Simone Ribeiro Spinetti Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0104-12902004000200007

Palavras-chave:

Bioética, Ética das organizações, Informação

Resumo

Estudo exploratório que objetivou conhecer a visão de atores sociais do Programa de Saúde da Família da cidade de São Paulo sobre a informação contida nas relações entre os Agentes Comunitários de Saúde e os usuários. Foram entrevistados: Chefias das Unidades, Médicos, Enfermeiros e Agentes Comunitários de Saúde, entre agosto e setembro de 2002. Os discursos dos gerentes e profissionais de saúde demonstram tendência de que a informação do ACS deva se ater a questões administrativas e à organização dos serviços, mediada e decidida pelos profissionais de saúde, evitando informação sobre patologias ou agravos à saúde. O discurso predominante dos ACS, apesar de compreenderem que não faça parte de sua função conhecer o diagnóstico dos pacientes ou informar sobre tratamentos, medicamentos e resultados de exames, denota o interesse na maior compreensão das patologias dos usuários, no sentido de auxiliá-los em suas demandas. Seu posicionamento, de acordo aos propósitos do PSF, não demonstra tentativas em se apropriar das competências dos outros elementos da equipe de saúde.

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Publicado

2004-08-01

Edição

Seção

nao definida

Como Citar

Fortes, P. A. de C., & Spinetti, S. R. (2004). A informação nas relações entre os Agentes Comunitários de Saúde e os usuários do Programa de Saúde da Família . Saúde E Sociedade, 13(2), 70-75. https://doi.org/10.1590/S0104-12902004000200007