A humanização na saúde como instância libertadora

Autores

  • Alberto Olavo Advincula Reis USP; FSP; Departamento de Saúde materno-infantil
  • Isabel Victoria Marazina Ministério da Saúde; Comitê de Humanização
  • Paulo Rogério Gallo USP; FSP; Departamento de Saúde materno-infantil

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0104-12902004000300005

Palavras-chave:

Humanização em saúde, Subjetividade, Saúde Mental

Resumo

O texto discute a política de Humanização em Saúde do ponto de vista da lógica que a sustenta, em particular como uma ação da singularidade dos atores implicados no processo de produção da Saúde. A análise desenvolvida aponta para o fato de que as práticas de atenção à saúde, quando de acordo com os cânones da lógica utilitária, refletem não apenas uma ordem autoritária, como produzem sujeitos cerceados, fragmentados e incapazes. A humanização em Saúde é considerada uma possibilidade política de se alterar essa lógica e de instaurar, no interior das instituições, espaços de liberdade capazes de acolher, amparar, sustentar e dar significado à presença e às ações de profissionais de saúde, gestores e pacientes, ao considerar suas dimensões subjetivas e singulares.

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Publicado

2004-12-01

Edição

Seção

nao definida

Como Citar

Reis, A. O. A., Marazina, I. V., & Gallo, P. R. (2004). A humanização na saúde como instância libertadora . Saúde E Sociedade, 13(3), 36-43. https://doi.org/10.1590/S0104-12902004000300005