O paratexto como instância investigativa da Sociologia da Tradução: o caso de Castella, de Park Min-Gyu
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.v49.237163Palabras clave:
paratexto, Sociologia da Tradução, literatura coreana, reescrita, habitusResumen
O estudo de caso de Castella (2022, Martin Claret), antologia de Park Min-Gyu, aqui apresentado, demonstra que o paratexto é um espaço que possibilita uma interseção entre os campos dos Estudos Descritivos da Tradução e a Sociologia da Tradução. A partir de Lefevere (1992), Bourdieu (1986), Gouanvic (2005), Chesterman (2006; 2007; 2014), Genette (1989; 2009) e Carneiro (2014) propomos que o paratexto possui a dupla natureza de ser texto, mas não fazer parte do texto traduzido. Nesse limiar, os agentes ressignificam as reescritas ao discursar sobre elas. A partir disso, é possível desenvolver uma reflexão a respeito de seu papel em vista do contexto sociocultural em curso na produção de determinada obra. Os elementos paratextuais evidenciados são o prefácio assinado pelo tradutor Nick Farewell e a capa da antologia, que contém ilustração de Ing Lee, analisados com vistas a destacar o papel de seus agentes.
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Referencias
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