O problema das figuras da tradução
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.tradterm.2008.46395Resumo
Num artigo a ser lançado em breve - O problema das estratégias da tradução - o autor elaborou um modelo tripartite, cujo topo ocupam os “fatores das escolhas estratégicas”, conscientes e inconscientes. Como resultado da interferência desses fatores, obtemos combinações – sempre variáveis segundo as características do determinado texto – que podemos chamar, no caso da dominação de fatores conscientes, de “estratégias” e, no caso inverso, de “falta de pensamento estratégico”.
A presença mais ou menos acentuada do pensamento estratégico é capital para as definições a seguir, e nomeadamente a das figuras da tradução. O autor do presente artigo sustenta que a visada estratégica (ou a falta da mesma) ajuda-nos a distinguir as figuras da tradução e o que podemos chamar, meramente, de erros.
A idéia chave deste texto é, pois, que qualquer tipo de modificação (shift) da mensagem não deve ser considerado uma figura de tradução. O uso dessa noção, para o autor, é justificado somente nos casos em que somos capazes de definir a natureza e as conseqüências da modificação; ou seja, o seu valor funcional. Nesse ponto, o autor discute o quadro elaborado por Andrew Chesterman no seu Memes of Translation, e pretende, a partir disso, propor uma nova classificação, baseda no conceito Jakobsoniano das funções da linguagem.
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