A água é uma máquina do tempo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/va.v26.n2.2025.222608

Palavras-chave:

poesia contemporânea, Aline Motta, ancestralidade, memória, poesia afro-brasileira

Resumo

MOTTA, Aline. A água é uma máquina do tempo. São Paulo: Círculo de Poemas, 2022.

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Biografia do Autor

  • Felippe Nildo Oliveira de Lima, Universidade Federal de Minas Gerais

    Graduado em Licenciatura Plena em Letras - Língua Portuguesa pela Universidade Federal de Campina Grande. É mestre em Letras pelo Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal da Paraíba (PPGL/UFPB), na área de concentração Literatura, Teoria e Crítica. Atualmente, é doutorando do Programa de Pós-graduação em Letras: Estudos Literários, na Universidade Federal de Minas Gerais, na área de concentração Teoria da Literatura e Literatura Comparada. Tem interesse em estudar as interrelações entre poesia contemporânea brasileira e necropolítica, a inserção de movimentos políticos na produção de vozes poéticas contemporâneas, a poesia contemporânea brasileira sob o viés de antologias publicadas na última década e seus desdobramentos políticos, dentre outras possibilidades de pesquisa ligadas às políticas da poesia na contemporaneidade.

Referências

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MARTINS, Leda Maria. Performances do tempo espiralar, poéticas do corpo-tela. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021.

MOTTA, Aline. A água é uma máquina do tempo. São Paulo: Círculo de Poemas, 2022.

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Publicado

2025-12-24

Como Citar

OLIVEIRA DE LIMA, Felippe Nildo. A água é uma máquina do tempo. Via Atlântica, São Paulo, v. 26, n. 2, p. 319–324, 2025. DOI: 10.11606/va.v26.n2.2025.222608. Disponível em: https://revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/222608. Acesso em: 13 fev. 2026.