Marx, Engels e os escritores românticos

Autores

  • Robert Sayre Université de Paris-Est-La-Valée
  • Michael Löwy CNRS (Centre National de la Recherche Scientifique) e École Des Hautes Études em Sciences Sociales de Paris.

DOI:

https://doi.org/10.11606/va.v0i23.84803

Palavras-chave:

romantismo, sociedade capitalista, literatura

Resumo

Este ensaio se opõe à versão caricatural e pouco dialética de certo consenso, de inspiração stalinista, segundo o qual Marx e Engels teriam rejeitado o movimento romântico. Levando em conta a importância central da literatura de imaginação e da crítica romântica ao capitalismo na reflexão de ambos. O ensaio rastreia a presença do movimento em obras como Os Manuscritos de 1844, Miséria da Filosofia, Manifesto do Partido Comunista e Grundrisse. E examinava suas posições em relação a autores como Thomas Carlyle, Balzac, Charles Dickens, as irmãs Brontë, Shelley, Byron e Walter Scott, destacando sobretudo em Marx o grande leitor e o escritor de poesia durante a juventude.

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Referências

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Publicado

2013-06-29

Edição

Seção

Dossiê 23: Literatura e Marxismo

Como Citar

SAYRE, Robert; LÖWY, Michael. Marx, Engels e os escritores românticos. Via Atlântica, São Paulo, v. 14, n. 1, p. 11–30, 2013. DOI: 10.11606/va.v0i23.84803. Disponível em: https://revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/84803. Acesso em: 11 fev. 2026.