Marx, Engels e os escritores românticos
DOI:
https://doi.org/10.11606/va.v0i23.84803Palavras-chave:
romantismo, sociedade capitalista, literaturaResumo
Este ensaio se opõe à versão caricatural e pouco dialética de certo consenso, de inspiração stalinista, segundo o qual Marx e Engels teriam rejeitado o movimento romântico. Levando em conta a importância central da literatura de imaginação e da crítica romântica ao capitalismo na reflexão de ambos. O ensaio rastreia a presença do movimento em obras como Os Manuscritos de 1844, Miséria da Filosofia, Manifesto do Partido Comunista e Grundrisse. E examinava suas posições em relação a autores como Thomas Carlyle, Balzac, Charles Dickens, as irmãs Brontë, Shelley, Byron e Walter Scott, destacando sobretudo em Marx o grande leitor e o escritor de poesia durante a juventude.
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