Republicanismo em Angola: os "filhos do país" perante a Era Nova (1870-1912)

Autores

  • Aida Freudenthal Centro de Literaturas e Cultura Lusófonas da Universidade de Lisboa

DOI:

https://doi.org/10.11606/va.v0i23.84949

Palavras-chave:

republicanismo, história angolana, nativismo angolano

Resumo

O presente ensaio pretende observar alguns aspectos do republicanismo em Angola, analisando o modo como uma fração das elites urbanas, denominadas "filhos do país", "angolenses" ou "nativos", apropriaram-se de conceitos políticos exógenos com o objetivo de transformar a realidade social angolana como fruto de uma dinâmica interna. Esse processo iniciou-se na segunda metade do século XIX, quando as instituições monárquicas começaram a sofrer fortes ataques vindos de setores vários da população. Entre as componentes deste processo, deparamo-nos com conceitos políticos associados ao Iluminismo e à Revolução Francesa e sua transposição -para colônias americanas e africanas, onde foram posteriormente reformulados.

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Publicado

2013-06-29

Edição

Seção

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Como Citar

FREUDENTHAL, Aida. Republicanismo em Angola: os "filhos do país" perante a Era Nova (1870-1912). Via Atlântica, São Paulo, v. 14, n. 1, p. 87–97, 2013. DOI: 10.11606/va.v0i23.84949. Disponível em: https://revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/84949. Acesso em: 11 fev. 2026.