Bots sociais: Uma controvérsia sociotécnica

Autores/as

  • Ramon Fernandes Lourenço Universidade Federal da Integração Latino-americana

DOI:

https://doi.org/10.11606/2175-974x.virus.v29.229585

Palabras clave:

Robots sociales, Midias sociales, Sockpuppet, Meatpuppet, Teoría Actor-Red

Resumen

O avanço de grupos de extrema-direita nos países da América Latina e Caribe revela a utilização de estratégias de manipulação das discussões públicas e, dentre elas, tem destaque o uso massivo de perfis falsos nas mídias sociais. Portanto, por meio da metodologia de estudo de caso, este artigo pretende analisar o conceito dos robôs sociais, a partir da descrição das principais iniciativas de detecção de perfis automatizados no X, antigo Twitter. Através da Teoria Ator-Rede, foi possível descortinar a complexidade envolvida na definição de um perfil automatizado, apontando a necessidade de se estabelecer um conceito guarda-chuva, que abarque práticas como os perfis automatizados, os robôs, e os perfis híbridos, os sockpuppetts e meatpuppets. Ao final, identifica-se que as plataformas Botometer X, Pegabot, Bot Sentinel e Bot Slayer baseiam-se em metodologias automatizadas de monitoramento, tendo, nos dados de padrões de comportamento dos usuários, os elementos essenciais que indicam se estes são humanos ou robôs.

Descargas

Los datos de descarga aún no están disponibles.

Biografía del autor/a

  • Ramon Fernandes Lourenço, Universidade Federal da Integração Latino-americana

    Possui graduação em Comunicação Social – Relações Públicas e mestrado em Ciência da Informação. É doutorando no Programa de Pós-gradução em Integração Contemporânea da América-Latina da Universidade Federal da Integração Latino-americana. Pesquisa temas ligados à comunicação digital, comunicação política, relações internacionais, mediações tecnológicas, redes sociais, teoria ator-rede, redes sociotécnicas e métodos de pesquisas no ambiente digital.

Publicado

2024-12-13

Cómo citar

Lourenço, R. F. (2024). Bots sociais: Uma controvérsia sociotécnica. Revista V!RUS, 2(29), 63-71. https://doi.org/10.11606/2175-974x.virus.v29.229585