Demarcation of screens: the indigenous audiovisual of the Coletivo Beture

Authors

  • Adriana Alves dos Santos Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1982-677X.rum.2025.244436

Keywords:

indigenous audiovisual, stigmas, resistance

Abstract

This paper analyzes the audiovisual production published on the Instagram social network of the Beture Collective of Mebêngôkre/Kayapó communicators from southern Pará. The objective is to understand how, through technical imagery (Flusser, 1985), a response to the institutional, symbolic, and political violence of the Jair Bolsonaro administration (2019-2022) was established. Through a critique of representation (Shohat and Stam, 2006), the paper observes that, beyond preserving memory and exalting culture, communicators created a complex network of resistance for enunciative autonomy. The method used was Content Analysis (Bardin, 2011). The title, “demarcation of screens”, was given by Ailton Krenak, which discusses audiovisual media as a field of dispute.

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Author Biography

  • Adriana Alves dos Santos, Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes

    Jornalista e documentarista, mestre em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA-USP e graduada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo. 

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Published

2026-01-09

Issue

Section

Dossier

How to Cite

SANTOS, Adriana Alves dos. Demarcation of screens: the indigenous audiovisual of the Coletivo Beture. RuMoRes, [S. l.], v. 19, n. 38, p. 153–173, 2026. DOI: 10.11606/issn.1982-677X.rum.2025.244436. Disponível em: https://revistas.usp.br/Rumores/article/view/244436. Acesso em: 31 jan. 2026.