Uma trajetória rejubilante
DOI:
https://doi.org/10.11606/p45v2421Palavras-chave:
Bloomsday, São Paulo, James JoyceResumo
Este artigo rememora a longa história de celebrações do Bloomsday em São Paulo, iniciada em 1988 por Munira Hamud Mutran e Haroldo de Campos juntamente com a fundação da Associação Brasileira dos Amigos de James Joyce, que viria a se tornar Associação Brasileira de Estudos Irlandeses (ABEI), ligada à Universidade de São Paulo (USP). Estas recordações revisitam as inúmeras atividades que moldaram essa festividade literária, acadêmica, multilíngue, polifônica e transcultural de seu início no Finnegans Pub à continuação na USP e nos museus-casa paulistanos — Casa das Rosas e Casa Guilherme de Almeida. O texto homenageia os palestrantes, leitores, performers, escritores, atores, acadêmicos, músicos e tradutores que, por quase quatro décadas, participaram desse longevo ato coletivo de devoção à obra de James Joyce.
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