Perfil epidemiológico, características de treinamento e lesões em jogadores amadores de tênis na cidade de Caruaru/PE

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.23170190.v33e243319

Palavras-chave:

Tênis, Traumatismos em Atletas, Tendinopatia, Exercício Físico, Doenças Musculoesqueléticas

Resumo

Objetivo: Descrever o perfil epidemiológico, as características de treinamento e a ocorrência de lesões musculoesqueléticas em jogadores amadores de tênis da cidade de Caruaru, Pernambuco. Método: Estudo transversal realizado com 44 tenistas amadores, por meio da aplicação de questionário estruturado contendo informações sociodemográficas, características do treinamento e histórico de lesões relacionadas à prática do tênis. Resultados: Todos os participantes eram do sexo masculino, com predominância da faixa etária de 40 a 49 anos (40,9%) e elevado nível de escolaridade. A maioria praticava o esporte há mais de cinco anos, com frequência semanal de duas a três sessões e duração de até duas horas por treino. Observou-se elevada adesão às práticas de aquecimento pré-treino, contrastando com baixa frequência de estratégias pós-treino, especialmente o desaquecimento (88,6%). A maioria dos participantes relatou histórico de lesões, com predominância de acometimento do cotovelo e do ombro, sendo as tendinopatias o tipo mais frequente. Conclusão: Jogadores amadores de tênis apresentaram elevada prevalência de lesões musculoesqueléticas, especialmente em membros superiores, associada a características específicas do treinamento e à baixa adoção de estratégias de recuperação pós-exercício. Esses achados reforçam a necessidade de intervenções educativas e preventivas baseadas em evidências, voltadas à organização da carga de treino e à promoção da saúde musculoesquelética nessa população.

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Publicado

2026-08-06

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Artigo Original

Como Citar

1.
França GH de F, Morais EM, Brito VC. Perfil epidemiológico, características de treinamento e lesões em jogadores amadores de tênis na cidade de Caruaru/PE. Acta Fisiátr. [Internet]. 6º de agosto de 2026 [citado 14º de outubro de 2026];33:e243319. Disponível em: https://revistas.usp.br/actafisiatrica/article/view/243319