¿Se puede traducir un monstruo? Diálogos imagéticos sobre lo más-que-humano

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v16i1p9-25

Palabras clave:

Evolucionismo, Lenguaje, Monstruosidades, Poesía

Resumen

¿Se puede traducir a un monstruo? Con esta pregunta comenzamos este breve ensayo, con la esperanza no de responderla, sino de imaginarla. Al reivindicar su derecho a ser un monstruo, la poeta trans sudaca Susy Shock parece cuestionar un ideal de humanidad promulgado por el humanismo, por los ideales de la antropología evolucionista, que establece la figura del Humano como la cúspide de la civilización. Traducir a un monstruo, entonces, no sería posible. Mientras que el lenguaje humano aspira a la totalidad – traducir todo –, ¿pueden ser traducibles los lenguajes monstruosos, o más-que-humanos?

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Biografía del autor/a

  • Bruno Latini Pfeil, Universidade Federal do Rio de Janeiro

    Psicólogo, mestre e doutorando em Filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Coordenador da Revista Estudos Transviades. Pesquisador no Instituto Brasileiro de Transmasculinidades. Coordenador do GT Monstruosidades da Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura (ABETH). Tradutor no projeto TRAVⒶ.

  • Cello Latini Pfeil, Universidade Federal do Rio de Janeiro

    Psicanalista, membro da Escola Práxis Psicanalítica. Doutorando em Filosofia na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Coordenador da Revista Estudos Transviades. Coordenador de pesquisas no Instituto Brasileiro de Transmasculinidades. Coordenador do GT Monstruosidades da Associação Brasileira de Estudos da Trans-Homocultura (ABETH). Tradutor no projeto TRAVⒶ

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Publicado

2026-08-14

Cómo citar

Pfeil, B. L., & Pfeil, C. L. (2026). ¿Se puede traducir un monstruo? Diálogos imagéticos sobre lo más-que-humano. Revista ASPAs, 16(1), 9-25. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v16i1p9-25