Un personaje, dos actores: la construcción del personaje Fanon a partir de la ontología travesti en la performance Piel Negra, máscaras blancas
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v16i1p106-125Palabras clave:
Travestilidad, Antineritud, Performatividad, Encenación, Teatro negroResumen
Este artículo examina la performatividad del cuerpo Travesti negro y/o racializado, marcada por el fenómeno del anti-negro, desarrollando una perspectiva político-racial contemporánea para analizar y comprender la dinámica racial del mundo actual. Utilizando una investigación autoetnográfica como método de investigación académica y artística, mi objeto de análisis es mi experiencia en la creación del personaje Fanon en la obra teatral Piel Negra, máscaras blancas (2019), basada en el libro homónimo de Frantz Fanon y dirigida por Onisajé. Este artículo, por lo tanto, presenta un estudio centrado en una investigación artístico-política a través del prisma de la travestilidad para comprender el movimiento de disidentes de género racializados dentro del campo de las artes. También busca generar nuevos discursos sobre la producción escénica en los que los cuerpos trans y Travestis se movilizan para generar otras experiencias estéticas, aún no convencionales, en las artes escénicas.
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