Coreografías de género y prácticas de subversión: notas sobre la no binariedad y la improvisación en danza

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v16i1p54-68

Palabras clave:

Cisnormatividad, Improvisación en danza, No binariedad, Performatividad

Resumen

Este artículo aborda la cisnormatividad a partir del concepto de coreografía, entendida como una lógica de organización de los cuerpos y las subjetividades. A partir de las contribuciones de Judith Butler sobre la performatividad de género y en diálogo con los debates contemporáneos del campo de la danza, propone comprender la cisnormatividad como un régimen social coreográfico que produce géneros inteligibles mediante la reiteración normativa. Sustentado en la epistemología de la Práctica como Investigación y articulando experiencias de improvisación en danza con la vivencia de la no binariedad, el artículo aproxima la improvisación y la no binariedad como prácticas de subversión de ese orden. Finalmente, sostiene que la noción de coreografía puede describir materialmente los procesos de producción normativa del género, poniendo de relieve el potencial analítico de las prácticas de la danza para pensar la constitución contemporánea de las subjetividades.  

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Biografía del autor/a

  • Fetú Nicioli Cerioni, Universidade Estadual de Campinas

    Artista da dança, professore, pesquisadore e pessoa não-binária. Mestrande no Programa de Pós-Graduação em Artes da Cena da Universidade Estadual de Campinas, integra o grupo Prática como Pesquisa: processos de produção da cena contemporânea. É cocriadore do grupo DUESDAMES de improvisação em dança e criadore do projeto artístico-pedagógico Práticas Selvagens.

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Publicado

2026-08-14

Cómo citar

Cerioni, F. N. (2026). Coreografías de género y prácticas de subversión: notas sobre la no binariedad y la improvisación en danza. Revista ASPAs, 16(1), 54-68. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v16i1p54-68