No doramos la píldora, contaminamos los espacios: un diálogo con Dance With Me, de Élle de Bernardini

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v16i1p126-147

Palabras clave:

Performance, Arte, Trans*, Interdisciplinariedad, Espacialidad

Resumen

Este artículo dialoga con la performance Dance With Me, de Élle de Bernardini, a partir de la noción de “mecanismos de aceptación y rechazo” elaborada por la propia artista. Al analizar cómo la obra negocia su inserción en instituciones artísticas, sostengo que la performance opera como agente múltiple, movilizando críticamente estrategias de pasabilidad y blanquitud, así como dinámicas de transplay, para tensionar las condiciones de hospitalidad institucional. En este movimiento, la obra interviene en la distribución de lo sensible, no solo mediante una redistribución de identidades, sino también mediante una redistribución de la violencia. El artículo forma parte de una investigación más amplia sobre prácticas artísticas de personas trans* brasileñas desde la década de 2010, que perturban normas de espacialidad y contaminan los espacios institucionales.

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Biografía del autor/a

  • Le E. Becker Savastano, Universidade de São Paulo

    Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP (2021) e doutorando no Programa de Pós-Graduação em Humanidades, Direitos e Outras Legitimidades (PPGHDL-USP), com bolsa do CNPq. Dedica-se à pesquisa sobre ações artísticas de pessoas trans* em relação às espacialidades. E está professor assistente da pós-graduação Arquitetura, Educação e Sociedade, da Escola da Cidade.

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Publicado

2026-08-14

Cómo citar

Savastano, L. E. B. (2026). No doramos la píldora, contaminamos los espacios: un diálogo con Dance With Me, de Élle de Bernardini. Revista ASPAs, 16(1), 126-147. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3999.v16i1p126-147