Degradabilidade ruminal do farelo de algodão e da soja crua em bovinos recebendo bagaço de cana-de-açúcar submetido a tratamentos alcalinos
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2318-3659.v34i3p159-162Palavras-chave:
Digestibilidade, Farelo de algodão, Soja, Bagaço de cana-de-açúcar, BovinosResumo
Foram utilizados 6 bovinos machos, mestiços, com 420 kg de peso vivo, dotados de fístula ruminal, para comparar a degradabilidade dos farelos de algodão e do grão de soja cru, em rações que continham 60% de matéria seca como volumoso de bagaço de cana-de-açúcar tratado por: A) solução de soda a 2%; B) solução de cinzas de madeira a 30%; e C) água. Os tratamentos foram feitos por imersão de bagaço nos líquidos e o delineamento escolhido foi do tipo change-over, com dois grupos de 3 animais cada. Os resultados mostraram que não houve efeito do tratamento do volumoso da ração sobre a degradabilidade das fontes protéicas, e que a degradabilidade efetiva da proteína, com taxa de efluente ruminal 0,02, foi igual a 58,13% para o farelo de soja e 90,64% para o grão de soja cru. Concluiu-se que o tratamento do bagaço de cana-de-açúcar por soda, cinzas ou apenas água não interferiu nas taxas de degradação ruminal do farelo de algodão ou soja crua, em termos de matéria seca e de proteína bruta.Downloads
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
O conteúdo do periódico está licenciado sob uma Licença Creative Commons BY-NC-SA (resumo da licença: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 | texto completo da licença: https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0/legalcode). Esta licença permite que outros remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho para fins não comerciais, desde que atribuam ao autor o devido crédito e que licenciem as novas criações sob termos idênticos.