Degradação da proteína e fibra do caroço de algodão integral (Gossypium hirsutum L.) no rúmen
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2318-3659.v33isupl.p276-280Palavras-chave:
Digestibilidade, Ruminantes, Bovinos, Fístula, Caroço de algodão.Resumo
0 experimento teve como objetivo avaliar a degradabilidade “in situ” da matéria seca (MS), proteína bruta (PB) e fibra em detergente ácido (FDA) do caroço de algodão integral (CAI) em substituição ao farelo de algodão, empregando-se silagem de sorgo (SS), como único volumoso. Além disso, avaliaram-se as alterações no pH e cinética de fermentação ruminal de 9 bovinos, machos, com fístulas no rúmen. Os tratamentos foram: A = 0% CAI, B = 6,6% CAI e C = 15% CAI; a silagem de sorgo entrou na proporção de 70% em todos os tratamentos. As rações eram isonitrogenadas, com aproximadamente 12% de PB na MS. Houve diferença estatística (p < 0,05) para a degradação de MS no tempo 48 horas (A = 54,4%; B = 54,2% e C = 58,7%), de PB às 12 horas (A = 40,3%; B = 47,7%; e C = 53,1%) e de FDA às 48 horas (A = 40,3%; B = 41,2% e C = 45,6%), ocorrendo maiores taxas de degradação com oaumento do nível de CAI na dieta. Os demais parâmetros (volume ruminal, “turn over" do digesto ruminal e pH do conteúdo ruminal) não mostraram diferenças significativas entre tratamentos. O emprego crescente de CAI, até 15% da MS da ração, aumentou a degradação da MS, da PB e da FDA desse produto.
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