Interacções de estirpes de Aspergillus flavus não-toxígenas com Aspergillus parasiticus na produção de aflatoxinas
DOI:
https://doi.org/10.1590/S1413-95962000000600003Palavras-chave:
Interação de plantas, Aflatoxinas, Produção vegetal, Aspergillus flavus, Aspergillus parasiticusResumo
A produção de aflatoxinas é afetada por parâmetros abióticos, bióticos e genéticos. As condições eugenésicas e disgenésicas da aflatoxinogênese estão relativamente bem estudadas, tal como as influências ecológicas (temperatura, pH, Aw, tensão de oxigênio, pressão osmótica, nutrientes e substâncias fungistáticas). Contudo, é muito escasso o conhecimento relativo aos mecanismos reguladores endógenos, à cinética do anabolismo e à interação dos fungos produtores com a restante microflora presente em substratos eutrofizantes. O principal objetivo deste estudo é avaliar a interação de cinco estirpes indígenas de A. flavus, comprovadamente atoxígenas, com uma geneticamente apta (A. parasiticus ATCC 15517), cultivadas simultaneamente em dois substratos: um natural (milho triturado) e outro sintético (Caldo de Czapeck-Dox Modificado). A quantificação das aflatoxinas foi efetuada no 8º e 12º dias de incubação, por Cromatografia Líquida de Alta Resolução (HPLC). Os resultados demonstraram que todas as estirpes foram sinérgicas, aumentando o rendimento da produção entre 5,6 e 106,5%, quando comparados com os valores das testemunhas.Downloads
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