Sobre a Revista
Informações editoriais
Foco e escopo
A revista Caracol, classificada como Qualis CAPES A3 na área de Linguística e Literatura, referente ao quadriênio 2021–2024, é uma publicação científica semestral da Área de Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-Americana do Departamento de Letras Modernas da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo — FFLCH-USP.
A revista tem como objetivo publicar trabalhos acadêmicos inéditos, em português ou espanhol, relacionados às quatro disciplinas que compõem a Área: Literatura Espanhola, Literatura Hispano-Americana, Língua Espanhola e Tradução. Publica artigos, ensaios, resenhas, entrevistas e, eventualmente, documentos ou textos raros de interesse para o debate acadêmico em seu campo de atuação.
A Caracol busca promover o diálogo entre pesquisadores de instituições brasileiras e estrangeiras, contribuindo para a circulação nacional e internacional da produção científica e para a divulgação do conhecimento acadêmico a um público mais amplo.
A revista conta com o respaldo de um Conselho Editorial integrado por autoridades de reconhecimento acadêmico internacional.
Instituição editora, histórico e apoio institucional
A revista Caracol é publicada pela Universidade de São Paulo — USP, por meio da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas — FFLCH, do Departamento de Letras Modernas e da Área de Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-Americana.
Criada em 2010, a publicação foi disponibilizada simultaneamente em formato impresso e digital do número 1 ao número 7. A partir do número 8, passou a ser publicada exclusivamente em formato digital.
A Caracol conta com o apoio institucional do Programa de Pós-Graduação em Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-Americana. Sua hospedagem e infraestrutura tecnológica são fornecidas pelo Portal de Revistas da Universidade de São Paulo, mantido pela Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP — ABCD-USP.
A revista utiliza o Open Journal Systems — OJS como plataforma de gestão editorial e publicação eletrônica.
Periodicidade
A revista Caracol adota periodicidade semestral, com a publicação de dois números por ano.
Políticas de acesso e publicação
Política de Acesso Aberto
A revista Caracol é um periódico de acesso aberto. Todo o seu conteúdo está disponível gratuitamente e de forma imediata, sem período de embargo e sem exigência de cadastro ou pagamento para leitura.
Os usuários podem ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar, criar links para os textos integrais, coletá-los para fins de indexação, processá-los por meio de softwares e utilizá-los para outros fins lícitos, desde que sejam respeitados os termos da licença Creative Commons indicada em cada publicação.
Todo o conteúdo da revista é publicado em acesso aberto desde 2010.
Direitos autorais e licenciamento
Os autores conservam os direitos autorais sobre os trabalhos publicados e concedem à revista Caracol o direito não exclusivo de primeira publicação.
Os conteúdos atualmente publicados pela revista são disponibilizados sob a Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional — CC BY 4.0. Essa licença permite compartilhar e adaptar o conteúdo para qualquer finalidade, inclusive comercial, desde que sejam atribuídos os devidos créditos à autoria e à publicação original, seja fornecido um link para a licença e sejam indicadas eventuais alterações realizadas.
Os conteúdos publicados anteriormente permanecem submetidos à licença indicada em suas respectivas páginas e arquivos, sem alteração retroativa de seus termos de licenciamento.
Os termos completos relativos aos direitos autorais, ao licenciamento e à distribuição dos trabalhos estão disponíveis nas Diretrizes para Autores.
Taxas de submissão e publicação
A revista Caracol não cobra dos autores taxas de submissão, avaliação, processamento editorial ou publicação de trabalhos — Article Processing Charges (APCs).
Também não são cobradas taxas por página, uso de imagens coloridas, editoração ou qualquer outra etapa do processo editorial.
Como não há cobrança de taxas, não se aplica uma política de isenções ou descontos.
Política de autoarquivamento
Os autores conservam os direitos autorais sobre os trabalhos publicados na revista Caracol e podem disponibilizar a versão publicada em páginas pessoais, páginas institucionais ou repositórios, desde que sejam preservadas a identificação da publicação original, a referência bibliográfica completa, o DOI do trabalho e o link para a página do artigo na revista.
A disponibilização deve respeitar a licença Creative Commons atribuída ao trabalho e não altera os direitos concedidos à revista para a primeira publicação.
A política de autoarquivamento da Caracol encontra-se registrada no Diretório de Políticas Editoriais das Revistas Científicas Brasileiras — Diadorim.
Processo editorial e integridade
Processo editorial e avaliação por pares
Os trabalhos submetidos à revista Caracol passam inicialmente por uma avaliação preliminar do Comitê Editorial, que verifica sua adequação ao foco e ao escopo da revista, o cumprimento das Diretrizes para Autores e as condições formais da submissão.
Após essa etapa, os manuscritos são examinados pelo iThenticate, por meio do Crossref Similarity Check, para a identificação de similaridades textuais e de possíveis problemas relacionados à originalidade do conteúdo. Os relatórios produzidos pela ferramenta são analisados pelo Comitê Editorial e não substituem a avaliação acadêmica realizada pelos pareceristas.
Os trabalhos aprovados nessas etapas são encaminhados a dois pareceristas ad hoc, externos ao Comitê Editorial, em processo de avaliação duplo-anônima, no qual as identidades dos autores e dos avaliadores são preservadas.
Os pareceristas analisam a qualidade acadêmica, a originalidade, a consistência teórico-metodológica, a pertinência da contribuição e a adequação do trabalho às normas editoriais. Com base nos pareceres recebidos, o Comitê Editorial comunica aos autores uma das seguintes decisões: aceitação; aceitação condicionada à realização de alterações; solicitação de nova rodada de avaliação; ou recusa.
Em caso de pareceres divergentes, o trabalho poderá ser encaminhado a um terceiro parecerista, cabendo ao Comitê Editorial a decisão final sobre a publicação.
Os trabalhos submetidos a dossiês temáticos ou números especiais seguem o mesmo processo de triagem editorial, verificação de similaridade e avaliação externa duplo-anônima aplicado às demais seções da revista. A supervisão do processo e a decisão final sobre a publicação permanecem sob a responsabilidade do Comitê Editorial da Caracol.
Os autores são notificados sobre o recebimento de seus trabalhos. Após o encerramento do período de submissões, o Comitê Editorial dispõe de até quatro meses para comunicar a decisão resultante do processo de avaliação.
O prazo médio entre a submissão de um trabalho e sua publicação é de aproximadamente 12 meses, considerando as etapas de triagem, verificação de similaridade, avaliação por pares, revisão pelos autores, preparação editorial e publicação do número.
Ética e integridade editorial
Diretrizes éticas
A revista Caracol está comprometida com a integridade, a transparência e as boas práticas em todas as etapas do processo editorial. Adota como referência as orientações do Committee on Publication Ethics — COPE para a análise e o tratamento de questões relacionadas à ética e à integridade da publicação científica.
Os trabalhos submetidos devem ser originais e não podem estar simultaneamente em avaliação por outra revista. Os autores são responsáveis pela veracidade, pela precisão e pela integridade das informações apresentadas, bem como pela correta identificação e citação das fontes utilizadas.
A autoria deve ser atribuída somente às pessoas que tenham contribuído de maneira significativa para a concepção, a elaboração, a análise ou a redação do trabalho e que assumam responsabilidade pelo conteúdo publicado. Contribuições relevantes que não justifiquem autoria devem ser mencionadas nos agradecimentos, quando houver.
Autores, pareceristas e integrantes da equipe editorial devem declarar quaisquer conflitos de interesse de natureza pessoal, acadêmica, institucional ou financeira que possam interferir, ou parecer interferir, na avaliação e na publicação do trabalho. A existência de conflito de interesse não implica necessariamente a recusa do manuscrito, mas deve ser comunicada para que sejam adotadas as medidas editoriais adequadas.
Editores e pareceristas devem preservar a confidencialidade dos manuscritos, dos pareceres e das informações obtidas durante o processo de avaliação. Os materiais submetidos não podem ser utilizados em benefício próprio nem compartilhados com terceiros antes da publicação.
Pesquisas que envolvam participantes, entrevistas, questionários, documentos de caráter privado ou outras situações que exijam cuidados éticos devem respeitar a legislação e as normas aplicáveis. Quando pertinente, os autores deverão informar a aprovação por comitê de ética, a obtenção do consentimento dos participantes e as medidas adotadas para preservar sua privacidade e seus dados.
Quando o trabalho se basear em dados de pesquisa, os autores deverão informar, sempre que aplicável, sua origem, as condições de acesso e o repositório em que foram depositados. Restrições éticas, jurídicas ou de confidencialidade que impeçam o compartilhamento deverão ser justificadas no manuscrito.
Suspeitas de plágio, fabricação ou manipulação de dados, publicação redundante, autoria indevida, manipulação de citações ou outras formas de má conduta serão analisadas pelo Comitê Editorial de acordo com a natureza do caso e com as orientações do COPE. Os autores poderão ser solicitados a prestar esclarecimentos e apresentar documentos ou informações complementares.
Quando forem identificados erros ou problemas em trabalhos já publicados, a revista poderá publicar correções, erratas, manifestações de preocupação ou retratações, conforme a natureza e a gravidade da situação. Essas medidas serão vinculadas ao conteúdo original e apresentadas de maneira transparente.
Reclamações ou recursos relacionados ao processo editorial poderão ser encaminhados ao Comitê Editorial pelo endereço eletrônico revista.caracol@usp.br. A solicitação será analisada por integrantes que não estejam diretamente envolvidos na decisão contestada, sempre que isso for necessário para garantir uma avaliação imparcial.
Política antiplágio e verificação de similaridade
A revista Caracol adota medidas destinadas a identificar e prevenir plágio, publicação redundante e outras práticas que comprometam a originalidade e a integridade dos trabalhos submetidos.
Antes de serem encaminhados aos pareceristas, todos os manuscritos são examinados pelo iThenticate, por meio do Crossref Similarity Check. A ferramenta produz relatórios de similaridade textual, que são analisados pelo Comitê Editorial de acordo com as características, as fontes e o contexto de cada trabalho.
A existência de correspondências textuais ou de um determinado percentual de similaridade não caracteriza, isoladamente, a ocorrência de plágio. A avaliação dos resultados é realizada pelo Comitê Editorial, que considera a natureza das correspondências identificadas, o uso adequado de citações e referências e a eventual existência de publicação redundante ou apropriação indevida.
Quando forem identificadas possíveis irregularidades, os autores poderão ser solicitados a prestar esclarecimentos, apresentar documentos complementares ou realizar correções no manuscrito. Os casos serão analisados conforme as Diretrizes éticas da revista e as orientações do Committee on Publication Ethics — COPE e, de acordo com a natureza e a gravidade do problema, o trabalho poderá ser recusado.
Caso uma irregularidade seja identificada após a publicação, a revista poderá adotar as medidas editoriais cabíveis, incluindo a publicação de correção, manifestação de preocupação ou retratação do trabalho.
Uso de inteligência artificial
A revista Caracol adota como referência as orientações do Committee on Publication Ethics — COPE, da World Association of Medical Editors — WAME e da JAMA Network sobre o uso responsável e transparente de ferramentas de inteligência artificial em publicações científicas.
Ferramentas de inteligência artificial — IA, incluindo sistemas de inteligência artificial generativa e modelos de linguagem de grande escala, não podem ser indicadas como autoras ou coautoras dos trabalhos submetidos à revista.
A autoria pressupõe responsabilidade pelo conteúdo apresentado, capacidade de declarar conflitos de interesse, participação nas decisões editoriais e possibilidade de responder por questões relacionadas aos direitos autorais e ao licenciamento. Essas responsabilidades não podem ser atribuídas a ferramentas de inteligência artificial.
Os autores que utilizarem ferramentas de IA na elaboração do manuscrito, na produção ou edição de imagens e elementos gráficos, na coleta ou análise de dados, na tradução, na revisão linguística ou em outras etapas do trabalho deverão informar, de maneira transparente, qual ferramenta foi utilizada, sua versão quando disponível, a finalidade do uso e a etapa da pesquisa ou da redação em que foi empregada.
Essa informação deverá ser apresentada na seção de metodologia, nos agradecimentos ou em outra seção apropriada, de acordo com a natureza do trabalho e do uso realizado. Não é necessário declarar ferramentas utilizadas apenas para correções ortográficas ou ajustes formais mínimos que não interfiram no conteúdo intelectual do manuscrito.
Os autores permanecem integralmente responsáveis pela exatidão, pela originalidade, pela integridade e pela adequada atribuição das informações apresentadas, inclusive quando partes do trabalho tiverem sido produzidas ou modificadas com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial. O uso dessas ferramentas não dispensa a verificação das fontes, das citações, dos dados e das informações geradas.
Ferramentas de inteligência artificial generativa não devem ser utilizadas ou citadas como fontes de informação ou referências bibliográficas. Os autores devem consultar, verificar e citar as fontes originais que sustentam as informações apresentadas no trabalho.
Pareceristas e integrantes da equipe editorial não devem inserir manuscritos, pareceres, dados pessoais ou outras informações confidenciais em ferramentas públicas de inteligência artificial generativa. Também não devem utilizar essas ferramentas para elaborar pareceres ou decisões editoriais.
Eventual uso limitado de recursos automatizados para correções linguísticas ou formais deverá preservar a confidencialidade dos materiais, ser informado quando pertinente e permanecer integralmente sob supervisão e responsabilidade humanas.
A avaliação acadêmica e a decisão sobre a publicação dos trabalhos são responsabilidades dos pareceristas e do Comitê Editorial.
Infraestrutura, preservação e visibilidade
Preservação digital, identificadores e interoperabilidade
A preservação digital de longo prazo dos conteúdos da revista Caracol é realizada por meio do CLOCKSS e da PKP Preservation Network — PKP PN, serviços de preservação digital utilizados pelo Portal de Revistas da Universidade de São Paulo.
A revista possui um manifesto específico no CLOCKSS, por meio do qual são identificados os conteúdos destinados ao arquivamento e à preservação de longo prazo. A adoção desses serviços contribui para assegurar a continuidade do acesso às publicações, inclusive em caso de indisponibilidade da plataforma original.
Os trabalhos publicados pela revista recebem identificadores digitais persistentes — Digital Object Identifiers (DOIs) — registrados por meio da Crossref.
A Caracol utiliza o Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting — OAI-PMH, que permite a coleta e a interoperabilidade de seus metadados por bases de dados, diretórios, repositórios e outros sistemas de informação científica.
















