O processo maquínico primitivo: Pierre Clastres em "Mil platôs"

Authors

  • Sandro Kobol Fornazari Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1517-0128.v2i33p21-30

Keywords:

War machine , State , primitive machinic process , Ethnology

Abstract

Partindo da apresentação das principais teses da etnologia de Pierre Clastres, onde se desenvolve o tema da máquina de guerra primitiva, o artigo procura analisar a influência desse pensamento em Mil platôs, de Deleuze e Guattari, mostrando de que modo eles abordam a recusa do evolucionismo para determinar o surgimento do Estado, preocupação presente também em Clastres. Mas, essa influência se faz presente sobretudo na definição do conceito de processo maquínico das sociedades primitivas a partir do mecanismo de conjuração-antecipação.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

  • Sandro Kobol Fornazari, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

    Departamento de Filosofia

    Coordenador do Grupo de Pesquisa em Filosofia da Diferença - Unifesp

References

CLASTRES, H. Terra sem mal. Tr. Renato Janine Ribeiro. São Paulo: Brasiliense, 1978.

CLASTRES, P. Arqueologia da violência – pesquisas de antropologia política. Tr. Paulo Neves. São Paulo: Cosac Naify, 2011.

CLASTRES, P. A sociedade contra o Estado – pesquisas de antropologia política. Tr. Theo Santiago. São Paulo: Cosac Naify, 2013.

DELEUZE, G.; GUATTARI, F. Mil platôs – Capitalismo e esquizofrenia. Vol.5. Tr. Janice Caiafa; Peter P. Pelbart. São Paulo: 34, 2002.

Published

2018-12-21

Issue

Section

Artigos

How to Cite

Fornazari, S. K. (2018). O processo maquínico primitivo: Pierre Clastres em "Mil platôs". Cadernos De Ética E Filosofia Política, 2(33), 21-30. https://doi.org/10.11606/issn.1517-0128.v2i33p21-30