Liberdade, identidade e criatividade na Música Popular Uruguaia
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-9125.v13i3p61-79Palavras-chave:
censura, história, música, canto popular, cultura.Resumo
A autora aborda o período ditatorial do Uruguai, de 1973 a 1985, e demonstra como a censura, mesmo tentandosilenciar as produções simbólicas, os poemas, as vozes e os cantos, não impediu o aparecimento de numerosos poetas e
artistas que, retomando o caminho precursor de Bartolomé Hidalgo, poeta uruguaio (1788-1822), registravam, oficiando de lúcida memória, os processos históricos e culturais que aconteciam no Uruguai. Sob condições bastante severas, fez-se presente a liberdade criadora da maioria dos músicos como compromisso político de contrapeso a uma das piores ditaduras da América Latina, na qual, quase em uníssono, se dá
a coincidência dos regimes na Argentina, Brasil, Chile e Paraguai. Ela destaca dois expoentes que, no seu entender, sintetizam o exercício mais alto da liberdade criativa na segunda metade do século XX: Alfredo Zitarrosa e Eduardo Mateo.
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