Territorio, agronegocio y startups: Las agtechs en ecosistema de innovación de Uberlândia, Minas Gerais (Brasil)
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2025.233513Palabras clave:
Agtechs, Innovación, Emprendimiento, Uberlândia, Minas Gerais, BrasilResumen
Las transformaciones en el modo de producción capitalista, caracterizadas por el proceso de financiarización y la globalización, han generado impactos multidimensionales, tanto en la dinámica de acumulación en sí misma como en la forma en que el capital y las empresas operan en los territorios. En este contexto, los conceptos de innovación y emprendimiento se articulan y se vuelven dominantes, lo que permite la emergencia de nuevos modelos de negocio que integran innovación y finanzas (un rol actualmente asociado con las startups), así como nuevas situaciones geográficas, que pueden ser identificadas en contextos territoriales específicos. Este artículo examina estos procesos a través de un análisis del ecosistema de innovación en el municipio de Uberlândia, Minas Gerais (Brasil), con un enfoque específico en la presencia y estrategias de las agtechs (startups dedicadas al agronegocio). Se evaluaron los servicios ofrecidos por dichas empresas, así como la forma en que estos agentes se alinean con las condiciones e imperativos de la innovación tecnológica contemporánea y su creación de valor en el mercado.
Descargas
Referencias
AGROVEN. Quem somos (Página na internet). Disponível em: <https://agroven.com.br/> Acesso em 26. Ago. 2024.
ANTUNES, R. Uberização do trabalho e capitalismo de plataforma: uma nova era de desantropomorfização do trabalho? Análise Social, 58 (248), 2023, p. 512–532. Disponível em: <https://doi.org/10.31447/AS00032573.2023248.04>, acesso em 13 ago. 2024.
ARRIGUI, G. Adam Smith em Pequim: origens e fundamentos do século XXI. São Paulo: Boitempo, 2008.
AUTIO, E.; THOMAS, L. D. W. Innovation Ecosystems: implications for Innovation Management. In: DODGSON, M. et. al. (org) The Oxford Handbook of Innovation Management. Oxford: Oxford University Press, 2014. p. 204-229.
BELISSA, T. Gira fecha contrato de cooperação com Embrapa para usar plataforma. Diário do Comércio. Página na internet. Disponível em: < https://diariodocomercio.com.br/negocios/mineira-gira-assina-acordo-com-a-embrapa/> Acesso em 26 ago. 2024.
BENKO, G. Economia, espaço e globalização na aurora do século XXI. São Paulo, Hucitec, 1996.
BERTOLLO, M.; CASTILLO, R.; BUSCA, M. D. Internet das coisas (IoT) e novas dinâmicas da produção agrícola no campo brasileiro. Confins, 56, 2022. DOI:<https://doi.org/10.4000/confins.47229>. Acesso em 04 mai. 2023.
BRANDÃO, C. Construção social de uma variedade de mercados: capitalização de rendas e capitalismo de plataforma. Geousp, v. 28, n. 1, 2024. ISSN 2179-0892. Disponível em: https://doi.org/10.11606/issn.2179-0892.geousp.2024.211385.pt. Acesso em: 26 set. 2024.
BRASIL (Republica Federativa). Decreto Nº 9.238, de 07 de fevereiro de 2028. Disponível em: <https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2018/Decreto/D9283.htm>. Acesso em 15 jan. 2025.
CAMPANATO, V. Santander Brasil compra 80% de fintech de recebíveis de agronegócio. CNN. Página na internet. Disponível em: < https://www.cnnbrasil.com.br/economia/macroeconomia/santander-brasil-compra-80-de-fintech-de-recebiveis-de-agronegocio/> Acesso em 26 ago. 2024.
CHESNAIS, F. O capital portador de juros: acumulação, internacionalização, efeitos econômicos e políticos. In: CHESNAIS, F. (org.) A finança mundializada. São Paulo: Boitempo, 2005, p. 35-67.
CHESNAIS, F. A proeminência da finança no seio do “capital em geral”, o capital
fictício e o movimento contemporâneo de mundialização do capital. In: BRUNHOFF,
S., et al. (org.). A finança capitalista. São Paulo: Alameda Casa Editorial, 2010. p. 95-183.
COCKAYNE, D. What is a startup firm? A methodological and epistemological investigation into research objects in economic geography. Geoforum. Vol. 107, 2019, p. 77-87. Disponível em: <https://doi.org/10.1016/j.geoforum.2019.10.009>. Acesso em 21 mar. 2023.
DARDOT, P.; LAVAL, C. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neolibe-ral. São Paulo: Boitempo, 2016.
ELIAS, D. Consumo produtivo e urbanização no Brasil: as cidades do agronegócio. Ciência Geográfica, v. 26, n. 2, p. 1003–1019, 2022. Disponível em: <https://www.ppg.revistas.uema.br/index.php/cienciageografica/article/view/2929>. Acesso em: 09 set. 2024.
ICROP. iCrop (sítio na internet). Disponível em: <https://icrop.com.br/> Acesso em 09 jan. 2025.
IBGE. Uberlândia. IBGE Cidades. Disponível em: < https://cidades.ibge.gov.br/brasil/mg/uberlandia/panorama>. Acesso em 21 de jan. 2025.
FLORENTINO, J. AgroVen se prepara para rodadas mais robustas. Globo Rural. Página na internet. Disponível em: <https://globorural.globo.com/agtech/noticia/2023/07/agroven-se-prepara-para-rodadas-mais-robustas.ghtml>. Acesso em 26 ago. 2024.
GUTTMANN R. Uma introdução ao capitalismo dirigido pelas finanças. Novos estudos CEBRAP. 2008. N. 82, p. 11–33. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/S0101-33002008000300001>. Acesso em: 10 set. 2024.
HARVEY, D. 17 contradições e o fim do capitalismo. São Paulo: Boitempo, 2016.
HARVEY, D. A condição pós-moderna. São Paulo: Loyola, 1989.
LABATE, A. Startup Awards 2024: confira os vencedores do prêmio. Época Negócios. 29/11/2024. Disponível em: <https://epocanegocios.globo.com/startups/noticia/2024/11/startup-awards-2024-confira-os-vencedores-do-premio.ghtml>. Acesso em 20 dez. 2024.
LAPAVITSAS, C. Theorizing financialization. Work Employment Society. 25:611,2011. https://doi.org/10.1177/0950017011419708
MOITINHO, F. A era do crédito digital. Dinheiro Rural. Caderno Finanças. 04/02/2019. Disponível em <https://dinheirorural.com.br/a-era-do-credito-digital/>. Acesso em 18 nov. 2024.
PAULANI, L. A crise do regime de acumulação com dominância da valorização financeira e a situação do Brasil. Estudos avançados. N. 23, v. 66, 2009. https://doi.org/10.1590/S0103-40142009000200003
Autor, 2024.
Autor, 2023.
Autor, 2015.
PESSANHA, R. M. Inovação, financeirização e startups como instrumentos e etapas do capitalismo de plataformas. In: GOMES, M. T. S.; TUNES, R. H.; OLIVEIRA, F. G. (org.). Geografia da inovação: território, redes e finanças. Cap. 15. Rio de Janeiro: Consequência, 2020. p.433-468.
ROSSI, U.; DI BELLA, A. Start-up urbanism: New York, Rio de Janeiro and the global urbanization of technology-based economies. Environment and Planning, Vol. 49 (5), p.999–1018, 2017. Disponível em: https://doi.org/10.1177/0308518X17690153. Acesso em 03 mar. 2023.
SALES, M; CAVALCANTE, F. AgroVen: o clube de investimentos que está trazendo o empresário do interior para investir nas agtechs do Brasil. Pwc. Disponível em: <https://www.pwc.com.br/pt/consultoria/agtech-innovation/agtech-innovation-news/materias/2023/agroven-o-clube-de-investimentos-que-esta-trazendo-o-empresario-do-interior-para-investir-nas-agtechs-do-brasil.html>. Acesso em 26 ago. 2024.
SADIN, É. La humanidade aumentada: La administración digital del mundo. Buenos Aires: Caja Negra, 2022.
SANTOS, M. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996.
SEEDZ. Quem somos. Página na internet. Disponível em: <https://seedz.ag/institucional>. Acesso em 26 ago. 2024.
SENSIX. Sensix (página na internet). Disponível em: <https://sensix.ag/>. Acesso em 09 jan. 2025.
SILVA, G. A. P.; BUENO, J. M. UberHub. Ecossistema de inovação, empreendedorismo e startups de Uberlândia-MG – configuração, resultados e desafios futuros. Gestão & Regionalidade. V. 40, N. Especial, 2024. Disponível em: <https://seer.uscs.edu.br/index.php/revista_gestao/article/view/9325>. Acesso em: 09 set. 2024.
SRNICEK, N. Capitalismo de plataformas. Buenos Aires: Caja Negra, 2018.
TIDD, J.; BESSANT, J. Gestão da inovação. São Paulo: Bookman, 2015. 5ª ed.
UBERHUB. UberHub. (Página na internet). Disponível em: <https://app.uberhub.com.br>. Acesso em: 26 ago. 2024.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Laís Ribeiro Silva, Mirlei Fachini Vicente Pereira

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Los autores que publiquen en esta revista estarán de acuerdo con los siguientes términos:
- Los autores conservan los derechos de autor y otorgan a la revista el derecho a la primera publicación, con el trabajo con una licencia de uso de atribución CC-BY, que permite distribuir, mezclar, adaptar y crear con base en su trabajo, siempre que sean respetados los derechos de autor, de la forma especificada por CS.
- Los autores están autorizados a asumir contratos adicionales y por separado, para la distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicado en esta revista (por ejemplo, publicación en repositorio institucional o como capítulo de un libro), con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista.
- Se permite y se alienta a los autores a publicar y distribuir su trabajo en línea (por ejemplo, en repositorios institucionales o en su página personal) en cualquier momento antes o durante el proceso editorial, ya que esto puede generar cambios productivos, así como aumentar el impacto y las citaciones del trabajo publicado (ver El efecto del acceso abierto).

