Authors in the philosophy of technology and the issues they address
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2178-2075.incid.2025.225717Keywords:
philosophy of technology, National Association of Postgraduate Studies in Philosophy, material culture, Informational cultureAbstract
Drawing on a two-volume collection on the philosophy of technology, the text outlines the phenomenological and anti-phenomenological strands in the collection, as well as post-phenomenological approaches. Because the collection was presented by Brazil’s National Association of Graduate Studies in Philosophy (ANPOF), whose theme is close to that of Information Science, the study examined how relevant this proximity is to the divide between material and informational culture. It concludes that this divide loses meaning among post-humanist or post-structuralist authors, bringing the philosophy of technology practiced within ANPOF closer to the information and communication technologies discussed in Information Science.
Downloads
References
BUCKLAND, M. K. Information as thing. Journal of the American Society of Information Science, v. 42, n. 5, p. 351-360, jun. 1991.
CAUQUELIN, Anne. Frequentar os incorporais: contribuição a uma teoria da arte contemporânea. São Paulo: Martins, 2008.
COECKELBERG, Mark. T. Ética na inteligência artificial. São Paulo: Ubu, 2023.
COECKELBERG, Mark. Time machines: artificial intelligence, process and narrative. Philosophy and Technology, v. 34, n. 4, p. 1623-1638, 2021. Disponível em: https://link.springer.com/article/10.1007/s13347-021-00479-y. Acesso em: 15 jun. 2023.
DELEUZE, G. Bergsonismo. São Paulo, ed. 34, 1999.
DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mille Plateaux. Paris: Éditions Minuit, 1980.
FOUCAULT, M. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas. São Paulo: Martins Fontes, 2007.
FROHMANN, B. Documentation redux: prolegomenon to (another) philosophy of information. Library Trends, v. 52, n. 3, p. 387-407, win. 2004.
FROHMANN, B. Revisiting ‘what is a document’. Journal of Documentation, v. 65, n. 2, 2009.
IHDE, Don. Filosofia e tecnologia: os conceitos da pós-fenomenologia. 2015. Video disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=9BmNC6OXCQM.
ISER, W. O ato da leitura: uma teoria do efeito estético. São Paulo: 34, 1999. v. 2.
LEBRUN. Nota sobre a fenomenologia nas palavras e as coisas. In: CASTRO, Monica. A artilharia antifenomenológica nas Palavras e as Coisas de Michel Foucault. 2016. Dissertação (Mestrado em Filosofia) – Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 2016.
MARCIANO, João Luiz Pereira. Abordagens epistemológicas à Ciência da Informação: fenomenologia e hermenêutica. Transinformação, Campinas, v. 18, n. 3, p. 181-190, set./dez. 2006.
MATHEUS, Renato F. Rafael Capurro e a filosofia da informação: abordagens, conceitos e metodologias de pesquisa para a Ciência da Informação. Perspectivas em Ciência da informação, Belo Horizonte, v. 10, n. 2, p.140-165, jul./dez. 2005.
MOSTAFA, Solange P.; ROCHA, Ednéia S. S. Inteligência artificial, inscrições e o tempo a filosofia de Bergson nos debates contemporâneos. Brazilian Journal of Information Science: Research Trends, Marilia, v. 17, p. e023032 ago. 2023. DOI: https://doi.org/10.36311/1981-1640.2023.v17.e023032.
MURGUIA, E. I. O colecionismo bibliográfico: uma abordagem do livro para além da informação. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 8., 2007, Salvador. Anais... Salvador: ANCIB, 2007
MURGUIA, E. Documento e instituição: produção, diversidade e verdade. In: FREITAS, L. S.; MARCONDES, C. H.; RODRIGUES, A. C. (org.). Documento: gênese e contextos de uso. Niterói, EdUFF, 2010. v. 1, p.123-140.
OLIVEIRA, Jelson (org.). Filosofia da tecnologia: seus autores e seus problemas. Caxias do Sul: EDUCS, 2022. v. 2.
RIBEIRO, Débora Inácia. Trabalho e autenticidade do ser: um percurso em Martin Heidegger. Curitiba: Appris, 2019.
SALDANHA, G. S. Uma Filosofia da Ciência da Informação: organização dos saberes, linguagem e transgramáticas. 2012. Tese (Doutorado em Ciência da informação) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, Rio de Janeiro, 2012.
SALDANHA, Gustavo Silva. Entre a retórica e a filologia: do pragmatismo ao humanismo na epistemologia da Ciência da Informação. InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, Ribeirão Preto, v. 2, n. 1, p. 47-67, 2011. DOI: 10.11606/issn.2178-2075.v2i1p47-67. Disponível em: https://revistas.usp.br/incid/article/view/42334. Acesso em: 25 maio 2024.
SOUZA, Alisson Ramos; TANUS, Heitor Godinho. Deleuze: por uma fenomenologia do imperceptível. In: SEPECH – Seminário de pesquisa e ciências humanas, 12., 2018, Londrina. Anais eletrônicos. Londrina: UEL, 2018.
SOUZA, B. G.; MURGUIA, E. I. Documentação de fé: reflexões sobre ex-votos e a sala das promessas do santuário nacional de aparecida. Tendências da Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação, [S. l.], v. 5, n. 1, 2012.
SUAVE, Aline Laureano. Hannah Arendt e suas contribuições para a Ciência da Informação. 2024. 144 f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) – Universidade Estadual Paulista ‘Júlio de Mesquita Filho’, Faculdade de Filosofia e Ciências, 2024.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Solange Puntel Mostafa

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Ao encaminhar textos à InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação, o autor concorda com as prerrogativas do DOAJ para periódicos de acesso aberto adotadas pela revista:
- concessão à revista o direito de primeira publicação sob a Licença Creative Commons Attribution (CC BY 4.0), que permite acessar, imprimir, ler, distribuir, remixar, adaptar e desenvolver outros trabalhos, com reconhecimento da autoria.
- autorização para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicado nesta revista , como a publicação em repositorios institucionais desde que o reconhecimento da autoria e publicação inicial na InCID
- leitores podem ler, fazer download, distribuir, imprimir, linkar o texto completo dos arquivos sem pedir permissão prévia aos autores e/ou editores, desde que respeitado o estabelecido na Licença Creative Commons Attribution (CC BY 4.0).
O trabalho publicado é considerado colaboração e, portanto, o autor não receberá qualquer remuneração para tal, bem como nada lhe será cobrado em troca para a publicação.
Os textos são de responsabilidade de seus autores. Citações e transcrições são permitidas mediante menção às fontes.