O irmão alemão: a ficção como método crítico

Autores/as

  • Iris Kantor Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2237-1184.v0i40p313-325

Palabras clave:

cristãos-novos, crítica da memória, memória da ditadura, narrativas ficcionais

Resumen

O comentário se concentra em analisar a presença da documentação primária na composição da narrativa ficcional. Busquei assinalar como as diferentes dimensões do passado histórico interagem criticamente neste romance de formação, em que a memória familiar converge com a memória da nação brasileira. Como exemplo, me detenho nos estigmas de judaísmo e de cristão-novo, invocado pelo narrador como uma questão socialmente perturbadora e singular. 

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Biografía del autor/a

  • Iris Kantor, Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas

    Docente no Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. Publicou entre outros: Esquecidos e Renascidos: historiografia acadêmica luso-americana (1724 e 1759), CEB-UFBA/Hucitec, 2004. Coordena o Laboratório de Estudos de Cartografia Histórica no Departamento de História/Cátedra Jaime Cortesão. 

Referencias

Sabrina Costa Braga. Multidirectional Memory: The Holocaust and the Brazilian Military Dictatorship in K. Relato de uma busca and O irmão alemão. Revista de Teoria da História, Goiânia, v. 27, n. 1, p. 189–205, 2024. DOI: 10.5216/rth.v27i1.79624. Disponível em: https://revistas.ufg.br/teoria/article/view/79624. Acesso em: 3 out. 2024.

Publicado

2024-12-05

Cómo citar

Kantor, I. (2024). O irmão alemão: a ficção como método crítico. Literatura E Sociedade, 31(40), 313-325. https://doi.org/10.11606/issn.2237-1184.v0i40p313-325