From the ontology of labor to the critique of science under capitalism: implications for psychology

Authors

DOI:

https://doi.org/10.1590/0103-6564e246799

Keywords:

science, psychology, precarization of work, neoliberalism

Abstract

This article analyzes the origin of science in its ontological relation to labor, indicating that it emerges in social praxis from human needs. Its inscription within the socio-metabolic system of capital is examined, highlighting its bourgeois character and its relationship with technological advancement and capital accumulation. The offensives of the dominant class are addressed, as expressed in neoliberal political-economic practices that intensify the precarization of living and working conditions of workers in general and psychologists in particular. The precarious conditions of education and work of psychologists in Brazil may limit the advancement of science. In conclusion, although Psychology is not restricted to being an instrument of the dominant class, it cannot be considered a response to the illness of the working class. Overcoming these problems lies in collective self-organization aimed at a radical transformation of society.

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Author Biographies

  • Amanda Biasi Callegari, Universidade Federal do Ceará

    Universidade Federal do Ceará, Fortaleza, CE, Brasil.

  • Livia Gomes dos Santos, Universidade Federal de Goiás

    Universidade Federal de Goiás, Goiânia, GO, Brasil.

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Published

2026-07-21

Issue

Section

Dossiê Psicologia e Marxismo

How to Cite

From the ontology of labor to the critique of science under capitalism: implications for psychology. (2026). Psicologia USP, 37, e246799. https://doi.org/10.1590/0103-6564e246799