Women and alcohol abuse: trajectory of care and monitoring at CAPSad
DOI:
https://doi.org/10.1590/0103-6564e240013Keywords:
women, alcohol, care, CAPSadAbstract
Alcohol abuse is a reality in Brazil and worldwide. While data shows a growing trend regarding this phenomenon among women, health services are still poorly prepared to care for this population. Thus, this study investigated the trajectory of care and monitoring at CAPSad for women with problems related to alcohol abuse. A qualitative research was conducted with eleven women monitored at CAPSad using narrative interviews. Data were analyzed according to Grounded-Theory. Results revealed that for most participants, CAPSad was the only specialized service accessed. The bond with professionals and the existence of specific groups for women were preponderant factors for participant attendance at the service and its positive evaluation.
Downloads
References
Araújo, C. N. P., & Corradi-Webster, C. M. (2019). Percepção do familiar sobre o tratamento de usuários de drogas: revisão integrativa. SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas, 15(4), 1-13. doi: 10.11606/issn.1806-6976.smad.2019.152502
Alves, P. C. (2016). Itinerário terapêutico, cuidados à saúde e a experiência do adoecimento. In T. E. Gerhardt, R. Pinheiro, E. N. F. Ruiz & A. G. Silva, A. G. (Orgs.), Itinerários terapêuticos: Integralidade no cuidado, avaliação e formação em saúde (pp. 125-146). Rio de Janeiro, RJ: Cepesc.
Bernardi, A. B., & Kanan, A. P. (2015). Características dos serviços públicos de saúde mental (Capsi, Capsad, Caps III) do estado de Santa Catarina. Saúde Debate, 39(107), 1105-1116. doi: 10.1590/0103-110420151070533
Borges, C. D., & Schneider, D. R. (2020). O processo do cuidado em um CAPSad na perspectiva de usuários e familiares. Boletim Academia Paulista de Psicologia, 40(99), 227-240. Recuperado de http://pepsic.bvsalud.org/pdf/bapp/v40n99/a07v40n99.pdf
Costa, P. H. A., Ronzani, T. M., & Colugnati, F. A. B. (2018). No meio do caminho tinha um CAPSad: Centralidade e lógica assistencial da rede de atenção aos usuários de drogas. Ciência & Saúde Coletiva, 23(10), 3233-3245. doi: 10.1590/1413-812320182310.12572018
Cugler, P. S., & Figueiredo, W. S. (2021). Gênero e necessidades de saúde: A perspectiva das mulheres atendidas em um centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas. Cadernos Brasileiros de Saúde Mental, 13(37), 161-181. Recuperado de https://periodicos.ufsc.br/index.php/cbsm/article/view/80665/47999
Dimenstein, M., Macedo, J. P., Gomes, M., Silva, T. M., & Abreu, M. M. (2018). A saúde mental e atenção psicossocial: Regionalização e gestão do cuidado integral no SUS. Salud & Sociedad, 9(1), 70-85. doi: 10.22199/S07187475.2018.0001.00004
Duarte, M. V. G., Barros, G. S., & Cabral, B. E. B. (2020). Uso de drogas e cuidado ofertado na Raps: O que pensa quem usa? Saúde em Debate, 44(127), 1151-1163. doi: 10.1590/0103-1104202012715
Ferreira, S. S., & Bleicher, T. (2018). A Política Pública de Saúde Mental em um CAPS-AD: Representações sociais de usuários. Mudanças: Psicologia da Saúde, 26(2), 41-49. doi: 10.15603/2176-1019/mud.v26n2p41-49
Fundação Oswaldo Cruz. (2017). III Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira. Recuperado de https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/34614/1/III%20LNUD_PORTUGU%c3%8aS.pdf
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2020). Pesquisa Nacional de Saúde 2019: Percepção do estado de saúde, estilos de vida, doenças crônicas e saúde bucal. Rio de Janeiro, RJ: IBGE. Recuperado de https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101748.pdf
Jafelice, G. T., Zilioto, G., & Marcolan, J. F. (2024). Trabalho multiprofissional e integralidade do cuidado na percepção dos profissionais do CAPS. Psicologia em Estudo, 29(1), 1-13. doi: 10.4025/psicolestud.v29i1.54902
Lancetti, A. (2014). Clínica peripatética (9a ed.). São Paulo, SP: Hucitec.
Lancetti, A. (2015). Contrafissura e plasticidade psíquica. São Paulo, SP: Hucitec.
Lima, J. M., Silva, E. A., Moura, Y. G., Reinaldo, A. M. S., & Costa, I. I. (2017). Os desafios do cuidado em saúde para a formação em álcool e outras drogas baseada nos direitos humanos. In M. D. Vecchia, T. M. Ronzani, F. S. Paiva, F. S., C. B. Batista & P. H. A. Costa (Orgs.), Drogas e direitos humanos: Reflexões em tempo de guerra às drogas (pp.141-166). Porto Alegre, RS: Rede Unida.
Lopes, M. A., Sprícigo, J. S., Mitjavila, M. R., Schneider, D. R., & Abreu, D. (2018). As diferenças de idade e gênero entre usuários de CAPSad e as implicações na rede de atenção. SMAD: Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas, 14(3), 159-167. doi: 10.11606/issn.1806-6976.smad.2018.000412
Machado, A. R., Modena, C. M., & Luz, Z. M. P. (2020). Das proposições da política às práticas dos serviços: Há novidades nos Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas? Physis: Revista de Saúde Coletiva, 30(1), 1-20. doi: 10.1590/S0103-73312020300118
Maeder, B. J., & Holanda, A. F. (2024). Arranjos assistenciais em uma Rede de Atenção Psicossocial do Sul do Brasil. Psicologia em Estudo, 29(1), 1-15. doi: 10.4025/psicolestud.v29i1.54679
McAdams, D. P. (2012). Exploring psychological themes through life narrative accounts. In J. A. Holstein & J. F. Gubrium (Eds.), Varieties of narrative analysis (pp. 15-32). London: Sage.
Ministério da Saúde. (2021). Dados da Rede de Atenção Psicossocial (Raps) no Sistema Único de Saúde (SUS). Brasília, DF: Ministério da Saúde. Recuperado de https://www.gov.br/saude/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/caps/raps/arquivos/dados-da-rede-de-atencao-psicossocial-raps.pdf/
Nicodemos, J. C. O., & Silva, J. C. (2016). Querem que cuidemos da droga, cuidamos de pessoas que fazem uso de drogas. In A. C. Souza, L. F. Souza, E. O. Souza & A. L. Abrahão (Orgs.), Entre pedras e fissuras: A construção da atenção psicossocial de usuários de drogas no Brasil (pp. 257-279). São Paulo, SP: Hucitec.
Organização Pan-Americana da Saúde (2020). Uso de álcool durante a pandemia de covid-19 na América Latina e no Caribe. Recuperado de https://iris.paho.org/bitstream/handle/10665.2/52936/OPASNMHMHCOVID-19200042_por.pdf?sequence=5&isAllowed=y
Pierry, L. G., Tassinari, L. T., Schuch, M. C., Souto, V. T., Soccol, K. L. S., & Terra, M. G. (2021). Gênero e assistência psicossocial: Perspectiva de usuárias sobre o CAPS-AD. Pesquisas e Práticas Psicossociais, 16(1), 1-13.
Pinheiro, C. M., & Nunes, M. (2023). Tratamento para mulheres que usam drogas: Uma crítica sob a perspectiva do feminismo decolonial. Psicologia & Sociedade, 35, 1-15. doi: 10.1590/1807-0310/2023v35e259943
Rasch, S. S., Andrade, A. N., Avellar, L. Z., & Ribeiro Neto, P. M. (2015). Projeto terapêutico singular no atendimento de mulheres em um CAPS AD III. Psicologia em Pesquisa, 9(2), 205-215. doi: 10.5327/Z1982-1247201500020011
Ruiz, B. O., Zerbetto, S. R., Galera, S. A. F., Fontanella, B. J. B., Gonçalves, A. M. S., & Protti-Zanatta, S. T. (2021). Resiliência familiar: Percepção de familiares de dependentes de substâncias psicoativas. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 29, 1-9. doi: 10.1590/1518-8345.3816.3449
Sanches, L. R., Santos, T. G. C., Gomes, T. B., & Vecchia, M. D. (2018). Meanings of Family support in the treatment of drug dependence. Paideia, 28, 1-8. doi: 10.1590/1982-4327e2824
Santos, C. E., & Yasui, S. (2016). Muito além do CAPSad: O cuidado no território e na vida. In A. C. Souza, L. F. Souza, E. O. Souza, A. L. Abrahão (Orgs.), Entre pedras e fissuras: A construção da atenção psicossocial de usuários de drogas no Brasil (pp. 70-87). São Paulo, SP: Hucitec.
Santos, C. F., & Romanini, M. (2019). A (in)visibilidade de mulheres usuárias de álcool e outras drogas em um CAPSad III. Psi Unisc, 3(2), 84-100. doi: 10.17058/psiunisc.v3i2.12972
Santos, J. A. T., Perruci, L. G., Pegoraro, N. P. L., Scherer, Z. A. P., Souza, J., & Pillon, S. C. (2019). Uso de substancias psicoativas em mulheres em tratamento ambulatorial. Revista Gaúcha de Enfermagem, 72(3), 185-190. doi: 10.1590/S1983-14472013000200012
Schneider, D. R., Sousa, A. L., Thurow, C. F., Borges, C. D., Rodrigues, G., Cantele, J., Strelow, M., Torres, P. T., & Levy, V. L. S. (2021). O conceito “projeto de ser” como fundamento de reflexões epistemológicas e práticas em Saúde Coletiva e Atenção Psicossocial. Subjetividades, 21(1), 1-13. doi: 10.5020/23590777.rs.v21iEsp1.e9442
Souza, J., Kantorski, L. P., & Mielke, F. B. (2006). Vínculos e redes sociais de indivíduos dependentes de substâncias psicoativas sob tratamento em Capsad. SMAD: Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas, 2(1), 1-17. doi: 10.11606/issn.1806-6976.v2i1p01-17
Souza, M. R. R., Oliveira, J. F., Chagas, M. C. G., & Carvalho, E. S. S. (2016). Gênero, violência e viver na rua: Vivências de mulheres que fazem uso problemático de drogas. Revista Gaúcha de Enfermagem, 37(3), 1-9. doi: 10.1590/1983-1447.2016.03.59876
Tassinari, T. T., Terra, M. G., Soccol, K. L. S., Souto, V. T., Pierry, L. G., & Schuch, M. C. (2018). Caracterização de mulheres em tratamento devido ao uso de drogas. Revista de Enfermagem UFPE On line, 12(12), 3344-3351. doi: 10.5205/1981-8963-v12i12a236812p3344-3351-2018
Strauss, A., & Corbin, J. (2008). Pesquisa qualitativa: Técnicas e procedimentos para o desenvolvimento de teoria fundamentada. (2a ed.). Porto Alegre, RS: Artmed.
Trevisan, E. R., & Castro, S. S. (2019). Centros de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas: Perfil dos usuários. Saúde em Debate, 43(121), 450-463. doi: 10.1590/0103-1104201912113
United Nations Office on Drugs and Crime. (2020). World drug report: Socioeconomic characteristics and drug use disorders. Geneva: UN. Recuperado de https://wdr.unodc.org/wdr2020/field/WDR20_Booklet_5.pdf
World Health Organization. (2018). Global status report on alcohol and health 2018. Geneva: World Health Organization. Recuperado de https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/274603/9789241565639-eng.pdf?ua=1
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2026 Psicologia USP

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
Todo o conteúdo de Psicologia USP está licenciado sob uma Licença Creative Commons BY-NC, exceto onde identificado diferentemente.
A aprovação dos textos para publicação implica a cessão imediata e sem ônus dos direitos de publicação para a revista Psicologia USP, que terá a exclusividade de publicá-los primeiramente.
A revista incentiva autores a divulgarem os pdfs com a versão final de seus artigos em seus sites pessoais e institucionais, desde que estes sejam sem fins lucrativos e/ou comerciais, mencionando a publicação original em Psicologia USP.
