Être mère avec une autre mère : potentiel d’intervention psychologique dans le contexte des familles non-hétéronormatives
DOI :
https://doi.org/10.1590/0103-6564e240087Mots-clés :
maternité, homosexualité, bisexualité, minorités sexuelles et de genre, pratique psychologiqueRésumé
Pour réaffirmer l’engagement éthico-politique de la Psychologie à promouvoir la diversité et à faire progresser la société démocratique, il est nécessaire de notre attention sur la compréhension des configurations familiales non-hétéronormatives, en embrassant le potentiel de multiples possibilités d’être une famille. Cette étude théorique-réflexive vise à comprendre la construction contemporaine de la double maternité et à réfléchir aux potentialités de l’action des psychologues face aux expériences maternelles dans des contextes de diversité affectivo-sexuelle. Nous soutenons que la construction genrée du savoir hégémonique, qui associe la maternité à la famille hétéro-patriarcale-normative, contribue à l’effacement historique des configurations dissidentes. Ce silence impacte la production de connaissances et affecte la formation professionnelle en Psychologie, cristallisant les obstacles à l’accès des familles composées de deux mères et de leurs enfants à des soins psychologiques sensibles à leurs besoins particuliers. Il est donc urgent de promouvoir l’appropriation des savoirs et des pratiques qui agissent contre l’invisibilisation qui se produit à l’intersection de la maternité et de la diversité sexuelle.
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