Freqüência e critérios para indicar a episiotomia

Autores

  • Sonia Maria Junqueira V. de Oliveira USP; Escola de Enfermagem; Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica
  • Elaine Cristina Miquilini USP; Escola de Enfermagem; Departamento de Enfermagem Materno-Infantil e Psiquiátrica

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342005000300006

Palavras-chave:

Episiotomia, Parto normal, Períneo

Resumo

Trata-se de estudo exploratório com o objetivo de identificar a freqüência, os tipos e os critérios adotados para indicar a episiotomia. Foram entrevistados 12 médicos e 12 enfermeiras que prestam assistência à parturiente no Hospital Universitário da Universidade de São Paulo. A episiotomia ocorreu em 76,2% dos partos normais; as indicações mais freqüentes foram: rigidez perineal (28,7%), primiparidade (23,7%), feto macrossômico (11,9%), prematuridade (10,2%). O tipo mais citado foi médio-lateral direito (92,0%), justificado por: aprendizado durante a formação acadêmica (25,9%), ser adotada rotineiramente (19,4%), menor chance de lesar o esfíncter anal (16,1%), menor risco de complicações (16,1%). É necessário rever as práticas de atendimento à parturiente, considerando as evidências científicas e condutas individualizadas.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

Downloads

Publicado

2005-09-01

Edição

Seção

Relato de Pesquisa

Como Citar

Oliveira, S. M. J. V. de, & Miquilini, E. C. (2005). Freqüência e critérios para indicar a episiotomia. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 39(3), 288-295. https://doi.org/10.1590/S0080-62342005000300006