A relação docente-acadêmico no enfrentamento do morrer

Autores

  • Lícia Maria Oliveira Pinho Universidade Católica de Goiás; Faculdade de Enfermagem
  • Maria Alves Barbosa Universidade Federal de Goiás; Escola de Enfermagem

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342010000100015

Palavras-chave:

Morte, Educação em enfermagem, Cuidados de enfermagem

Resumo

As novas diretrizes da educação para cursos de graduação da área da saúde trazem a necessidade da formação de um profissional preparado para enfrentar a vida e a morte. Investigar a morte e o morrer, no contexto da formação do enfermeiro, significa contribuir para humanizar o estar educando e formar profissionais críticos e humanistas. Realizamos entrevistas individuais com docentes, de forma que cada um pudesse revelar o seu pensar sobre a vivência da morte e do morrer na prática educativa entre o enfermeiro/docente e o acadêmico de Enfermagem, no campo hospitalar. Para análise, nos aproximamos de algumas idéias de Heidegger, evidenciando que o educar para a morte parece somente se fazer possível a partir da reflexão do existir humano, do pensar e aceitar a finitude. Compreendendo a própria morte e o próprio existir será possível projetar possibilidades de educar para cuidar no processo de morte.

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Publicado

2010-03-01

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Pinho, L. M. O., & Barbosa, M. A. (2010). A relação docente-acadêmico no enfrentamento do morrer. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 44(1), 107-112. https://doi.org/10.1590/S0080-62342010000100015