“Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”: o caminho das águas na catalisação social no Brasil Colonial

Autores

  • Claudia R. Plens Departamento de História, Escola de Filosofia, Letras e Ciencias Humanas, Universidade Federal de São Paulo
  • Vagner Carvalheiro Porto Museu de Arqueologia e Etnologia,Universidade de São Paulo.

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.2016.119017

Palavras-chave:

Arqueologia do Colonialismo, mineração, mão de obra escrava indígena, Arqueologia do Movimento, Arqueologia do sagrado.

Resumo

Entre serras, montanhas e uma rede de bacias hidrográficas, Guarulhos possui caminhos naturais que permitiram a movimentação da colonização europeia para a exploração humana e de seus recursos minerais. Ademais das rotas naturais, remanescentes arqueológicos da mineração de Guarulhos, SP, datados de acordo com dados históricos a partir de 1590, indicam um grande empenho por meio de trabalho humano, sobretudo indígena, na construção de reservatórios e canais como objetivo de se explorar o ouro. A região onde se encontra atualmente o município de Guarulhos é um importante ponto para se compreender as primeiras formas de contato durante a colonização portuguesa e sua interação com grupos indígenas e suas estratégias para expansão territorial. O objetivo deste artigo é apontar como o empreendimento de mineração vem implicando no comportamento de diversos segmentos da sociedade guarulhense, desde o início deste ciclo econômico até os dias atuais.

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Biografia do Autor

  • Claudia R. Plens, Departamento de História, Escola de Filosofia, Letras e Ciencias Humanas, Universidade Federal de São Paulo
    Departamento de História, Escola de Filosofia, Letras e Ciencias Humanas, Universidade Federal de São Paulo

Referências

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Publicado

2016-08-13

Edição

Seção

Dossiê

Como Citar

PLENS, Claudia R.; PORTO, Vagner Carvalheiro. “Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”: o caminho das águas na catalisação social no Brasil Colonial. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, São Paulo, Brasil, n. 26, p. 95–114, 2016. DOI: 10.11606/issn.2448-1750.revmae.2016.119017. Disponível em: https://revistas.usp.br/revmae/article/view/119017. Acesso em: 4 fev. 2026.