O estado da arte da utilização de fitólitos em estudos de reconstituição de paleoambientes de ocupação humana no Brasil

Autores

  • Roberta Maciel Pacheco Valente Universidade Federal Fluminense
  • Heloisa Helena Gomes Coe Universidade do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml , Governo do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Karina Ferreira Chueng Universidade do Estado do Rio de Janeiro image/svg+xml
  • Aline Gonçalves de Freitas Universidade Federal do Piauí image/svg+xml
  • David Oldack Barcelos Ferreira Machado Universidade Estadual de Campinas
  • Antônia Elisangela Ximenes Aguiar Universidade Estadual do Ceará image/svg+xml
  • Yannara Brennda da Silva Leôncio Universidade Federal do Piauí image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.2025.226085

Palavras-chave:

Sítios arqueológicos, Microarqueobotânica, Fitólitos, Paleoambientes de ocupação humana, Paleoclima

Resumo

Este trabalho apresenta uma revisão bibliográfica acerca da reconstituição de paleoambientes de ocupação humana realizados nos últimos quinze anos no Brasil utilizando o bioindicador fitólitos, partículas de opala biogênica depositadas nas células vegetais. O objetivo é disponibilizar à comunidade científica trabalhos sobre a aplicação dos fitólitos em contextos arqueológicos. As pesquisas com fitólitos têm obtido um grande crescimento, pois são essenciais para compreensão da evolução das paisagens ao longo do Holoceno. Nesta compilação observou-se que que existe uma grande disparidade espacial na produção científica, que está concentrada principalmente nas regiões Norte (39% dos trabalhos e 32% dos sítios) e Sul (27% dos trabalhos e 27% dos sítios), enquanto no Nordeste, os trabalhos são escassos (7% dos estudos e 14% dos sítios) e nenhum foi registrado para o Centro-Oeste. Entre os 40 sítios arqueológicos levantados, os tipos mais estudados são os sambaquis (15), seguidos dos abrigos sob rocha (11) e sítios a céu aberto (10). Na Região Norte foram estudados 5 sítios de Terra Preta e apenas 1 casa subterrânea, na Região Sul. Apesar do déficit de publicações, que felizmente vem apresentando uma tendência de aumento a partir de 2014, o trabalho reforça positivamente a capacidade dos fitólitos boa ferramenta arqueológica na reconstituição de paleoambientes de ocupação humana, no uso da terra e na dieta, dada à sua resistência, mostrando-se estáveis aos efeitos adversos do intemperismo físico, químico e/ou biológico.

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Publicado

2025-12-31

Como Citar

VALENTE, Roberta Maciel Pacheco; COE, Heloisa Helena Gomes; CHUENG, Karina Ferreira; FREITAS, Aline Gonçalves de; MACHADO, David Oldack Barcelos Ferreira; AGUIAR, Antônia Elisangela Ximenes; LEÔNCIO, Yannara Brennda da Silva. O estado da arte da utilização de fitólitos em estudos de reconstituição de paleoambientes de ocupação humana no Brasil. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, São Paulo, Brasil, n. 45, p. 126–156, 2025. DOI: 10.11606/issn.2448-1750.revmae.2025.226085. Disponível em: https://revistas.usp.br/revmae/article/view/226085. Acesso em: 12 fev. 2026.