“Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”: o caminho das águas na catalisação social no Brasil Colonial
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.2016.119017Palavras-chave:
Arqueologia do Colonialismo, mineração, mão de obra escrava indígena, Arqueologia do Movimento, Arqueologia do sagrado.Resumo
Entre serras, montanhas e uma rede de bacias hidrográficas, Guarulhos possui caminhos naturais que permitiram a movimentação da colonização europeia para a exploração humana e de seus recursos minerais. Ademais das rotas naturais, remanescentes arqueológicos da mineração de Guarulhos, SP, datados de acordo com dados históricos a partir de 1590, indicam um grande empenho por meio de trabalho humano, sobretudo indígena, na construção de reservatórios e canais como objetivo de se explorar o ouro. A região onde se encontra atualmente o município de Guarulhos é um importante ponto para se compreender as primeiras formas de contato durante a colonização portuguesa e sua interação com grupos indígenas e suas estratégias para expansão territorial. O objetivo deste artigo é apontar como o empreendimento de mineração vem implicando no comportamento de diversos segmentos da sociedade guarulhense, desde o início deste ciclo econômico até os dias atuais.
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