Potencialidades e fragilidades do Programa Melhor em Casa identificadas por profissionais e gestores: revisão de escopo

Autores

  • Cristina Nunes Viana Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Porto Alegre, RS, Brasil. Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Secretaria Municipal de Saúde, Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Leticia Alves da Silva e Silva Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Porto Alegre, RS, Brasil.
  • Fernanda Cirne Lima Weston Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil. Novocure, DSS Learning and Operations Specialist, Porto Alegre, RS, Brasil. Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Brasil.
  • Adriana Aparecida Paz Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Porto Alegre, RS, Brasil. Bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1518-8345.8251.4880

Palavras-chave:

Serviços de Assistência Domiciliar; Serviços Hospitalares de Assistência Domiciliar; Assistência Domiciliar; Enfermagem Domiciliar; Pacientes Domiciliares; Educação Domiciliar.

Resumo

Objetivo:  mapear na literatura científica as potencialidades e fragilidades do Programa Melhor em Casa identificadas por profissionais de saúde e gestores. Método:  revisão de escopo embasada no manual do JBI e nas diretrizes PRISMA-ScR. A busca foi realizada nas bases PubMed/MEDLINE, LILACS, Scopus, Embase, Web of Science, CINAHL, e teses e dissertações CAPES, abrangendo publicações entre 2011 e 2024. Resultados:  dos 552 estudos identificados, oito atenderam aos critérios de inclusão e foram analisados. As potencialidades do programa referem-se à promoção da desospitalização, fortalecimento do trabalho em rede, desenvolvimento de ações educativas em saúde com as famílias e flexibilidade na gestão do cuidado. Em contrapartida, foram evidenciadas fragilidades relacionadas à insuficiência da educação permanente dos profissionais, desgaste emocional das equipes, limitações tecnológicas, e dificuldades de interlocução com a Rede de Atenção à Saúde. Conclusão:   o Programa Melhor em Casa é uma estratégia relevante no processo da desospitalização, contudo, enfrenta desafios estruturais e operacionais que comprometem sua sustentabilidade. Investimentos em suporte tecnológico e fortalecimento das equipes para melhorar a continuidade e a qualidade da atenção domiciliar são necessários. Registro Open Science Framework: DOI 10.17605/OSF.IO/6UCDB

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Referências

Publicado

2026-07-24

Edição

Seção

Artigos de Revisão

Como Citar

Viana, C. N., Silva, L. A. da S. e, Weston, F. C. L., & Paz, A. A. (2026). Potencialidades e fragilidades do Programa Melhor em Casa identificadas por profissionais e gestores: revisão de escopo. Revista Latino-Americana De Enfermagem, 34, e4880. https://doi.org/10.1590/1518-8345.8251.4880