Ações do enfermeiro indicativas de autonomia e autoridade compatíveis com Prática Avançada da Enfermagem brasileira

Autores

  • Emerson Willian Santos de Almeida Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Centro Colaborador da OPAS/OMS para o Desenvolvimento da Pesquisa em Enfermagem, Ribeirão Preto, SP, Brasil.
  • Simone de Godoy Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Centro Colaborador da OPAS/OMS para o Desenvolvimento da Pesquisa em Enfermagem, Ribeirão Preto, SP, Brasil.
  • Maria Alice Barbosa Fortunato Organização Mundial da Saúde - África, WHO - AFRO, Guiné-Bissau.
  • Elaine Maria Leite Rangel Andrade Universidade Federal do Piauí, Ininga, Teresina, PI, Brasil.
  • Ítalo Rodolfo Silva Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, Brasil.
  • Patrícia Sofia Oliveira Fonseca Nunes Universidade dos Açores, Escola Superior de Saúde, Angra do Heroísmo, Açores, Portugal.
  • Isabel Amélia Costa Mendes Universidade de São Paulo, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Centro Colaborador da OPAS/OMS para o Desenvolvimento da Pesquisa em Enfermagem, Ribeirão Preto, SP, Brasil.

DOI:

https://doi.org/10.1590/1518-8345.8245.4956

Palavras-chave:

Atenção Primária à Saúde; Autonomia Profissional; Enfermagem; Estudo Ecológico; Prática Avançada de Enfermagem; Políticas de Saúde.

Resumo

Objetivo:   este estudo analisou ações representativas de autonomia e autoridade clínica de enfermeiros na Atenção Primária à Saúde compatíveis com a Prática Avançada de Enfermagem no Brasil. Método:   a pesquisa ecológica utilizou dados secundários de 2023 provenientes do sistema de informação do Ministério da Saúde do Brasil, considerando os 26 estados e o Distrito Federal. Foram examinados indicadores de consultas, prescrições de medicamentos e testes diagnósticos, além de encaminhamentos clínicos. Resultados:  os resultados revelam uma ampla atuação dos enfermeiros em domínios característicos de Prática Avançada de Enfermagem expressando, no entanto, desigualdade geográfica expressiva predominante nas regiões Sudeste e Sul. Conclusão:  a análise revela o exercício efetivo de competências avançadas, mesmo sem regulamentação específica, e destaca a necessidade de políticas públicas que promovam formação especializada, padronização normativa e reconhecimento legal da Prática Avançada de Enfermagem, visando à qualificação e equidade dos cuidados em saúde.

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Referências

Publicado

2026-10-16

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Almeida, E. W. S. de, Godoy, S. de, Fortunato, M. A. B., Andrade, E. M. L. R., Silva, Ítalo R., Nunes, P. S. O. F., & Mendes, I. A. C. (2026). Ações do enfermeiro indicativas de autonomia e autoridade compatíveis com Prática Avançada da Enfermagem brasileira. Revista Latino-Americana De Enfermagem, 34, e4956. https://doi.org/10.1590/1518-8345.8245.4956