As dinâmicas e relevância dos arranjos colaborativos na gestão do turismo ecológico: experiências de Itacaré, Bahia
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.1984-4867.v21i1p130-148Palabras clave:
arranjos colaborativos, gestão em turismo, geopolítica, Itacaré.Resumen
As parcerias em turismo podem ser explicadas como sendo 'sinergias' entre as diversas organizações e instituições do setor público, privado ou da sociedade civil, muitas vezes, com a presença de subgrupos de interesse e de pressão. Questões políticas e negociação de 'poder' são aspectos inerentes no processo de estabelecimento de parcerias. A proposta metodológica deste estudo busca pautar-se em resultados empíricos e em abordagens interpretativas visando verificar e entender os fenômenos, eventos e processos de real significado nas parcerias, redes, cooperação técnica ou não, e das alianças estratégicas no destino turístico Itacaré. Para se obter esse resultado, aspectos da metodologia 'Pesquisa de Ação Participativa' (PAP) foram usados, concomitante à coleta de dados por triangulação. O PAP implica no uso de abordagens de caráter participativo e interativo entre o pesquisador e os elementos pesquisados a fim de se compreender a sistemática das relações indissociáveis entre pessoas, lugar e os fatos que orientam e influenciam as tomadas de ações em um determinado contexto. Com relação aos arranjos colaborativos e à gestão eficaz do turismo, o autor encontrou que a predisposição dos grupos chaves para o debate aberto, público e de linhas democráticas ajuda a comunidade a ter projetos acima das relações de poder, do processo político partidário e do mandato em si. Ou seja, existe a prerrogativa de se ter projetos suprapartidários de longo prazo para a gestão turística. Assim, um dos caminhos para se obter 'vantagens coletivas' seria a partir da orquestração de ações de todos os setores e atores chaves do turismo; o envolvimento deles permite construir as bases para uma sustentabilidade holística em turismo, de forma a mitigar os impactos negativos da atividade no destino e, conseqüentemente, dando uma robustez continuada ao desenvolvimento socioeconômico regional.Descargas
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Publicado
2010-04-01
Número
Sección
Artículos
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Cómo citar
LIMA, Ismar Borges de. As dinâmicas e relevância dos arranjos colaborativos na gestão do turismo ecológico: experiências de Itacaré, Bahia. Revista Turismo em Análise, São Paulo, Brasil, v. 21, n. 1, p. 130–148, 2010. DOI: 10.11606/issn.1984-4867.v21i1p130-148. Disponível em: https://revistas.usp.br/rta/article/view/14209. Acesso em: 3 mar. 2026.







