O Programa de Pós-graduação em Performances Culturais da UFG: formação de artistas e debate sobre Performances Negras
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v25i1239043Palavras-chave:
Pós-graduação, Formação em arte, Performances negrasResumo
O Programa de Pós-graduação em Performances Culturais da UFG foi criado em 2012, na área interdisciplinar da CAPES, na EMAC, como alternativa de formação para profissionais das artes em Goiânia. Foi transferido para a Faculdade de Ciências Sociais e, em 2025, para o Media Lab/UFG, quando passou a se chamar Programa de Pós-graduação em Artes, Culturas e Tecnologias. Apesar das mudanças institucionais, nota-se a sua vocação interdisciplinar e o fato de contribuir para a formação de múltiplos artistas. O artigo destaca a atuação de pesquisadoras negras e a produção de estudos que articulam Performances Culturais e identidade negra, apresentando revisão bibliográfica e um panorama sobre a constituição, transformações e permanência do Programa frente à noção de Performances Negras.
Downloads
Referências
ASANTE, M. K. Afrocentricidade: notas sobre uma posição disciplinar. In: NASCIMENTO, Elisa Larkin. Afrocentricidade: uma abordagem epistemológica inovadora. São Paulo: Selo Negro, 2009.
DAWSEY, J. C. Schechner, teatro e antropologia. Cadernos de Campo, São Paulo, n. 20, p. 207-210, 2011.
EVARISTO, C. A escrevivência e seus subtextos. In: DUARTE, C. L.; NUNES, I. R. (org.). Escrevivências: a escrita de nós: reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo. Rio de Janeiro: Mina Comunicação e Arte, 2020.
JARDEL, J. O. F. A dança negra de Ismael Ivo: a antropofagia de si como recurso para fazer dança como arte. 2021. 132 f. Dissertação (Mestrado em Performances Culturais) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2021.
JESUS, R. F. A performance negra de Victoria Santa Cruz e suas reverberações na construção de escrevivências e feminismos negros. 166 f. Dissertação (Mestrado em Performances Culturais) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2020.
MACEDO, E. N. A dança dos congos da cidade de Goiás: performances de um grupo afro-brasileiro. 159 f. Dissertação (Mestrado em Performance Cultural) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2015.
MACEDO, E. N. Performances afro-brasileiras na cidade de Goiás (GO): diálogos patrimoniais. 2021. 334 f. Tese (Doutorado em Performances Culturais) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2021.
MARTINS, L. M. Performances do tempo espiralar: poéticas do corpo-tela. Rio de Janeiro: Cobogó, 2021.
OLIVEIRA, J. A. P. Rodas e cortejos de aprender e criar: saberes e fazeres tradicionais na formação de artistas-docentes da cena. 263 f. Tese (Doutorado em Performances Culturais) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2020.
PEIXOTO, J. D. Poéticas e saberes da capoeira Angola: caminhos para pensar a performance negra de atrizes e atores narradores. 140 f. Dissertação (Mestrado em Performances Culturais) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2021.
PEREIRA, D. G. Memória, corpo e performances: a dança negra de Mercedes Baptista. 189 f. Dissertação (Mestrado em Performances Culturais) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2016.
RUFINO, L. Pedagogia das encruzilhadas. Rio de Janeiro: Mórula Editorial, 2019.
SILVA, R. L. O corpo Limiar e as Encruzilhadas: a Capoeira Angola e os sambas de umbigada no processo de criação em Dança Brasileira Contemporânea. 239 f. Tese (Doutorado em Artes) – Instituto de Artes, Universidade de Campinas, Campinas, 2010.
STRAZZACAPPA, M. O swing do ensino de dança no Brasil: um balanço de quase duas décadas. Fórum Temático: Dança na Educação Básica, Salvador, v. 3, n. 1, p. 88-104, 2014.
VIEIRA, K. R. Os jogos teatrais de Viola Spolin: uma pedagogia da experiência. 116 f. Dissertação (Mestrado em Performance Cultural) - Universidade Federal de Goiás, Goiânia. 2015.
VIEIRA, K. R. A solução de problemas como potência prática na performance dos jogos teatrais: de John Dewey à Viola Spolin. 214 f. Tese (Doutorado em Performances Culturais) – Universidade Federal de Goiás, Goiânia, 2020.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Ao submeter um artigo à Sala Preta e tê-lo aprovado para publicação os autores concordam com os termos da Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional. Os autores mantém, sem restrições, os direitos autorais dos documentos publicados pelo periódico.
Os documentos distribuídos sob os termos da Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional podem ser compartilhados, copiados e redistribuídos em qualquer meio e formato desde que sem fins comerciais e que os devidos créditos sejam dados. Os documentos também podem ser adaptados, remixados e transformados desde que, neste caso, as contribuições feitas ao material original sejam distribuídas sob a mesma licença que o original.