Teatro del oprimido y la negritud: reflexión de una práctica pedagógica en el teatro negroreferenciado
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v25i1235015Palabras clave:
Teatro del oprimido, Negritud, Pedagogía teatral, MacapáResumen
El principal objetivo de este texto es presentar un relato de experiencia en Teatro del Oprimido (TO) a partir del tema de la Negritud, a partir de tres talleres realizados en Macapá (AP). Partiendo del supuesto de que la esencia del Teatro del Oprimido es abordar las cuestiones sociales y los procesos de opresión existentes en la sociedad, nos enfocamos en la perspectiva racial, insertando metodologías negroreferenciadas en la práctica llevada a cabo al comprender la necesidad de enfatizar la cuestión afrobrasileña, así como establecer ese conocimiento como elemento para una experiencia diferenciada y ampliada a la técnica en cuestión. Este trabajo reflexiona sobre la práctica de la TO con personas negras, además de brindar una breve trayectoria histórica de la relación entre Teatro del Oprimido y la Negritud, contextualizando ambientes y personas.
Descargas
Referencias
ACOGNY, G. Dança africana. São Paulo: Giostri, 2022.
BOAL, A. O arco-íris do desejo: o método Boal de teatro e terapia. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
BOAL, A. Teatro do Oprimido e outras poéticas políticas. São Paulo: 34, 2019.
CANDA, C. N.; HAMAD, A. F. A.; SOARES, T. A. Ser ou estar curinga no teatro-fórum?: reflexões sobre a função do/a Curinga no Teatro-Fórum. Cadernos do GIPE CIT, ano 22, n. 40, 2018. Disponível em: http://www.ppgac.tea.ufba.br/wp-content/uploads/2018/12/cad_gipe_cit-40.pdf. Acesso em: 15 dez. 2024.
DIAS, C. C. M. A estética do oprimido de Augusto Boal no processo de criação de imagem do espetáculo de Teatro-Fórum “Cor do Brasil”. 2016. 135 f. Dissertação (Mestrado em Artes Cênicas) – Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2016.
EVARISTO, C. A escrevivência e seus subtextos. In: DUARTE, C. L.; NUNES, I. R. (org.). Escrevivência: a escrita de nós: reflexões sobre a obra de Conceição Evaristo. Rio de Janeiro, Mina Comunicação e Arte, 2020.
FREIRE, P. Ação cultural para a liberdade e outros escritos. 5. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1981.
GOMES, N. L. O movimento negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação. Petrópolis, RJ: Vozes, 2017.
JAPIASSU, R. O. V. Metodologia do ensino do teatro. Campinas: Papirus, 2001.
MARTINS, L. Afrografias da memória: o Reinado do Rosário no Jatobá. São Paulo: Perspectiva; Belo Horizonte: Mazza Eduções, 1997.
MARTINS, R. Aonde tu vai rapaz, por esses caminhos sozinhos?: comunicação semiótica do Marabaixo. São Paulo: Scortecci, 2016.
OLIVEIRA, C. S. S. Que maluquice é essa?: escrevivência preta cênica: corporalmente mulheres negras, saúde mental no Teatro das Oprimidas. 2021. 269 f. Dissertação (Mestrado em Relações Étnico-Raciais) – Programa de Pós-graduação em Relações Étnico-Raciais, Centro Federal de Educação Tecnológica, Rio de Janeiro, 2021.
PAULA, E.; SILVA, N. S. L. Clássicos digitalizados/cenas tecnopóeticas: recriações em contextos pandêmicos. In: ALVAREZ, B.; CAIROLLI, F.; GÁRBERO, M. F. (org.). Estudos clássicos: civilização e violência. Campinas, SP: Pontes Editores, 2022.
PAULA, E. O Corpo como texto: Clara Nunes e a performance da fé. Curitiba: CRV, 2021.
SANTOS, B. Teatro das Oprimidas: estéticas feministas para poéticas políticas para pessoas interessadas no desmonte do patriarcado. 2. ed. Rio de Janeiro: Ed. da Autora, 2023.
SILVA, E. P. Planejamento de Oficinas. Macapá: Arquivo do Autor, 2024.
SILVA, E. P. Projeto de Ação Extensionista. Macapá: Arquivo do Autor, 2024.
SILVA, E. P. Protocolos das Oficinas TO e Negritude. Macapá: Arquivo do Autor, 2024.
SPOLIN, V. Improvisação para o teatro. 5 ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
TURLE, L. Teatro do Oprimido e negritude: a utilização do teatro-fórum na questão racial. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2014.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Emerson de Paula

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Ao submeter um artigo à Sala Preta e tê-lo aprovado para publicação os autores concordam com os termos da Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional. Os autores mantém, sem restrições, os direitos autorais dos documentos publicados pelo periódico.
Os documentos distribuídos sob os termos da Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional podem ser compartilhados, copiados e redistribuídos em qualquer meio e formato desde que sem fins comerciais e que os devidos créditos sejam dados. Os documentos também podem ser adaptados, remixados e transformados desde que, neste caso, as contribuições feitas ao material original sejam distribuídas sob a mesma licença que o original.