Performance en la lengua: entr’vistas - Fernanda Raquel y Maria Victoria Abdalla entrevistan Ana Luisa Santos, André Parente, Mário Ramiro, Coletivo Parabelo y João Perci Schiavon
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v25i1241372Palabras clave:
Arte de la performance, Territorio, Invisible, Cuerpo, BrasilResumen
A través de entrevistas con los artistas e investigadores Ana Luisa Santos, André Parente, Mário Ramiro, Coletivo Parabelo y João Perci Schiavon, este material presenta una instantánea del arte de performance en el sureste brasileño contemporáneo, ofreciendo pistas sin agotar las posibilidades de mapeo que surgen en este vasto territorio. Para ello, parte de preguntas sobre su denominación, qué lo define, cómo se forma una forma de arte de performance, cómo es posible pensarlo considerando territorios institucionales ya establecidos y dónde se encuentra hoy, ahora mismo, en Brasil. A través de una cartografía tejida desde perspectivas que operan en espacios heterogéneos, el arte de performance se constela en diversos lugares, como escuelas, clínicas psicoanalíticas, museos, el entorno doméstico y la ciudad.
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