As traduções dos nomes próprios nas histórias em quadrinhos: um estudo de caso das tiras de Mafalda, de Quino
DOI :
https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.v27i0p155-179Mots-clés :
Tradução de nomes próprios, tradução de histórias em quadrinhos, modalidades de traduçãoRésumé
Os nomes próprios têm como principal função identificar um referente. A tradução desses nomes envolve certas convenções literárias próprias de cada língua e existem muitos procedimentos possíveis dos quais os tradutores podem se valer para realizá-la. Dependerá do valor não ficcional – nomes que não acrescentam um significado por si só, embora possam conter um valor conativo ou fazer associações determinadas (González; González 1991) – e ficcional – quando o valor informativo do nome é tido como intencional, sendo considerado inclusive como descritivo (Nord 2003). A partir dessa discussão, o presente artigo descreve quais as práticas recorrentes na tradução dos nomes próprios em histórias em quadrinhos e identifica qual o referente priorizado nas três traduções brasileiras das tiras de Mafalda, de Quino.
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