Disjunções da malandragem: uma leitura de Memórias de um Sargento de Milícias
DOI:
https://doi.org/10.11606/va.v0i35.151716Palavras-chave:
Dialética da malandragem, Disjunção, Literatura brasileira, Malandragem, Memórias de um sargento de milíciasResumo
Partindo do romance Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida, pretendemos analisar como a malandragem pode ser encarada nessa obra como uma prática mediadora da disjunção constitutiva da sociedade brasileira (a partir da reflexão proposta pelo pesquisador e professor Dr. Luís Bueno sobre a literatura brasileira). Para tanto, realizamos um percurso pelas proposições críticas e teóricas acerca do malandro e da dialética da malandragem, a partir de Candido (1993), Schwarz (1987), André Bueno (2008) e Edu Otsuka (2007), a fim de pensar a disjunção como articuladora de um modo de agir e olhar que conduz a narrativa.
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