Chuva de sombrinhas: por uma visão não-hegemônica de bens culturais
Palabras clave:
Galo da Madrugada, Recife, Patrimônio cultural material e imaterial, Contra-hegemoniaResumen
Patrimônio intangível de Pernambuco, o Galo da Madrugada materializa-se em perímetro tombado do Recife. Em postura contra à dissociação entre as dimensões (i)materiais do Galo e da cidade como bens culturais, o artigo faz do bloco e das avenidas Guararapes e Dantas Barreto nas quais ele se expressa, objetos de uma narrativa alicerçada em fotos e na rememoração do corpo brincante. Defende, assim, valores contra-hegemônicos frente a uma política cultural que ainda separa dimensões material e imaterial do patrimônio. A conclusão aponta indissociabilidades em cenário pós-Covid-19.
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