Jornalismo, ficção e memória no Brasil: um olhar sobre os desaparecidos da ditadura de 1964
Palabras clave:
Bernardo Kucinski, Ficção, História, Jornalismo, Memória coletiva, Romance KResumen
O romance K é um olhar sobre a ditadura de 1964 no Brasil. Resultado da experiência, do conhecimento e da vida no período por Bernardo Kucinski, irmão e cunhado de desaparecidos políticos, cujas trajetórias finais de vida permanecem desconhecidas. A busca infrutífera, a dor, o medo difuso distribuído na sociedade, a constatação do medo e da corrupção no aparelho repressivo, a percepção dos impasses dos grupos de resistência, a internacionalização da repressão política, a conivência de autoridades universitárias com a ditadura, eis alguns temas abordados com arte e engenho no texto do autor. A crítica de jornalistas e cientistas sociais a obra, e as observações de Kucinsi sobre a época, trazem elementos para a defesa de uma resignificação da memória coletiva, com a inclusão dos desaparecidos políticos, até então vistos pelas autoridades como parte da memória individual de cada família.
PALAVRAS-CHAVE: Bernardo Kucinski. Ficção. História. Jornalismo. Memória coletiva. Romance K.
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