“A cor da pele pesa”: diálogos sobre corpos que pesam

Autores/as

  • Ana Clara Gomes Costa Universidade Federal do Rio de Janeiro image/svg+xml

Palabras clave:

processos comunicativos, corpo negro, racismo, identidade, negritude.

Resumen

O peso do corpo negro é afirmado por dois jovens que se autodeclaram pretos. A partir disso e junto aos corpos que pesam referenciados por Judith Butler, propomos, nesse artigo, relações entre corpo, raça e identidades. Se a cor da pele é preponderante para marcar hierarquizações sociorraciais, o corpo é um lugar marcado pelo discurso, protagonista dos processos comunicativos e de onde, também, podemos nos comunicar. Ele evidencia materialidades que apontam identidades. É por ele também que performamos. O corpo negro nos permite incorporar, pelo poder do discurso reiterativo, processos de branqueamento ou o movimento contrário, de afirmação da negritude.  

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Biografía del autor/a

  • Ana Clara Gomes Costa, Universidade Federal do Rio de Janeiro
    Doutoranda em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Goiás (UFG), especialista em Patrimônio, Direitos Culturais e Cidadania e graduada em Jornalismo pela mesma universidade.

Referencias

Publicado

2018-01-15

Cómo citar

COSTA, Ana Clara Gomes. “A cor da pele pesa”: diálogos sobre corpos que pesam. Revista Alterjor, São Paulo, Brasil, v. 17, n. 1, p. 207–238, 2018. Disponível em: https://revistas.usp.br/alterjor/article/view/137729. Acesso em: 28 feb. 2026.