CONTRIBUIÇÕES FEMINISTAS E DECOLONIAIS PARA UMA CRÍTICA À MISTIFICAÇÃO DO PODER SIMBÓLICO E SEUS USOS NO JORNALISMO
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2176-1507.v34i2.244875Palabras clave:
jornalismo, poder, interseccionalidade, decolonialidadeResumen
O artigo faz uma crítica à categoria de poder simbólico a partir dos estudos feministas e decoloniais, em busca de um conceito que abarque a complexidade das questões de poder no jornalismo. Com o resgate de ontologias originárias, que funcionam de modo circular e holístico, pretende-se descartar o dualismo entre dimensões simbólicas e materiais, a partir de um diálogo conceitual que problematiza as bases das abordagens eurocêntricas das ciências. Considera-se que a compreensão não-binária da realidade, na qual se insere a interseccionalidade das teorias feministas, possibilita tratar o poder em sua multiplicidade de manifestações na prática jornalística, sem que as expressões simbólicas se descolem dos processos de produção e de outras forças que tensionam o campo.
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