A Inserção das Mulheres no Jornalismo e a Imprensa Alternativa: primeiras experiências do final do século XIX

Autores/as

  • Eliza Bachega Casadei Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes

Palabras clave:

História, Jornalismo Alternativo, Imprensa Feminista

Resumen

A entrada das mulheres no jornalismo aconteceu, de uma maneira geral, a partir de sua inserção e participação em veículos da imprensa alternativa. O presente artigo busca estudar a imprensa feminista a partir desta ótica, focalizando as experiências surgidas nos séculos XIX e XX, como o lançamento do jornal The Revolution, em 1868, por Amélia Bloomer e Elizabeth Staton, bem como a atividade das mulheres negras nos jornais publicados após a Guerra Civil Norte-Americana. Além de analisarmos como essas experiências influenciaram o jornalismo alternativo brasileiro (com o surgimento também no século XIX de O Jornal das Senhoras, de Joana Paula Manso de Noronha), investigaremos, também, a relação destes jornais com a inserção das mulheres dentro de uma esfera pública mais ampla

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Biografía del autor/a

  • Eliza Bachega Casadei, Universidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artes
    Doutoranda em Ciências da Comunicação pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) e professora dos cursos de Comunicação Social do Complexo Educacional FMU-FIAM-FAAM. É Mestre em Ciências da Comunicação e graduada em Comunicação Social ambos pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP).

Referencias

Publicado

2012-09-09

Cómo citar

CASADEI, Eliza Bachega. A Inserção das Mulheres no Jornalismo e a Imprensa Alternativa: primeiras experiências do final do século XIX. Revista Alterjor, São Paulo, Brasil, v. 3, n. 1, p. 1–10, 2012. Disponível em: https://revistas.usp.br/alterjor/article/view/88218. Acesso em: 28 feb. 2026.