Diseño y tipología como componentes expresivos de la poesía de Augusto de Campos
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2178-0447.ars.2020.160035Palabras clave:
macrotipografía, microtipografía, Futura, poesía concreta, Augusto de CamposResumen
La poesía de Augusto de Campos se afirmó concreta al abandonar las convenciones aceptadas por las generaciones modernistas inmediatamente anteriores. Avanzó en beneficio de una nueva pluralidad de sentidos obtenidos al explotar intensamente el potencial expresivo de la palabra y de su materialidad. Es un poeta de invención, que recuperó la funcionalidad de la página controlando el tiempo y el silencio, que movilizan las sensaciones a través del espacio en blanco, y se dislocó hasta las galerías y las calles. Este artículo analiza la poesía de Campos considerando como el texto, en su forma visual y tipográfica, activa las camadas de significación verbivocovisual y, consecuentemente, las referencias culturales y simbólicas de la foma de las letras y de los media.
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