O Problema dos museus

Autores/as

  • Paul Valéry

DOI:

https://doi.org/10.1590/S1678-53202008000200003

Palabras clave:

modernidade, arte moderna, museus, Paul Valéry, Theodor Adorno

Resumen

Neste texto, publicado pela primeira vez em 1931, o poeta e escritor Paul Valéry (1871-1945) deixa entrever seu sentimento ambíguo em face da modernidade, sentimento admiravelmente revelado no relato melancólico que faz de uma visita às galerias povoadas de "solidões céreas" do Museu do Louvre. Para Valéry, o museu é um reduto de "visões mortas", mas é, também, conforme observou Theodor Adorno a respeito do autor em seu ensaio "Museu Valéry-Proust", o lugar mais propício a uma percepção crítica da arte em "nossa realidade catastrófica". Tanto Proust como Valéry, afirma Adorno, pensam o museu como figura da morte (embora a partir de posições aparentemente antagônicas), somente a experiência funda dessa morte sendo capaz, para ambos, de abrir possibilidades para a arte no presente.

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Publicado

2008-12-01

Número

Sección

Arte, tecnologia e novas mídias